° / °
Esportes DP Mais Esportes Campeonatos Rádios Serviços Portais

'Não podemos voltar de mãos vazias', diz técnico do Santa Cruz sobre duelo contra Floresta

Técnico do Santa Cruz, Claudinei Oliveira, destaca dificuldade fora de casa e reforça meta de pontuar na Série C

Por Paulo Mota

Claudinei Oliveira, técnico do Santa Cruz

O Santa Cruz volta a campo neste sábado (11) pela segunda rodada da Série C do Campeonato Brasileiro com um objetivo claro: pontuar fora de casa e manter o bom início na competição. Após a vitória na estreia, o Tricolor do Arruda enfrenta o Floresta, em duelo que promete exigência física e atenção redobrada da equipe tricolor.

O técnico Claudinei Oliveira projetou um confronto equilibrado e de dificuldades conhecidas. Em sua avaliação, o fator campo pode interferir no andamento da partida, especialmente pela característica do gramado, que tende a deixar o jogo mais lento e com mais disputa no meio-campo. No entanto, o treinador fez questão de minimizar qualquer tipo de justificativa externa.

“Não vamos ficar olhando dificuldade, nem arrumando muleta. É um jogo complicado, sim, mas precisamos competir para buscar os três pontos. Se não der, temos que ter inteligência para trazer pelo menos um e não voltar de mãos vazias”, afirmou o treinador, reforçando a importância de pontuar como visitante nesta fase inicial da Série C.

Siga o canal do Esportes DP no Whatsapp e receba todas notícias do seu time na palma da mão

Claudinei também destacou a experiência recente de já ter enfrentado o Floresta em temporadas anteriores, o que, segundo ele, ajuda na preparação estratégica da equipe. A análise do adversário inclui a expectativa de um jogo intenso, com forte disputa física e necessidade de concentração máxima durante os 90 minutos.

Além da projeção para o confronto, o treinador valorizou o desempenho defensivo do Santa Cruz neste início de trabalho. A equipe não sofreu gols nos dois primeiros jogos sob seu comando, um dado que, segundo ele, reflete não apenas o desempenho da linha de defesa, mas o comprometimento coletivo de todos os setores.

“O mais importante não é só a defesa, é o time todo se comportando bem sem a bola. Todo mundo tem colaborado na fase defensiva, e isso tem feito a diferença”, concluiu.