° / °
Cadernos Blogs Colunas Rádios Serviços Portais

Número de palestinos mortos sobe para mais de 21 mil

O Ministério da Saúde de Gaza é administrada pelo Hamas

Por

Seis palestinos morreram hoje numa ofensiva israelita

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza atualizou o número de baixas no enclave, que já somam um total 21.100 palestinos mortos e o registro de 55.243 feridos.

 

Além disso, pelo menos 20 pessoas morreram e várias ficaram feridas num ataque do exército israelita nesta quarta-feira (27) contra um edifício perto do hospital de Khan Younis, no sul de Gaza. O porta-voz do Ministério da Saúde, Ashraf al Qidra, classificou o ataque como um "horrível massacre" e destacou que as forças israelitas atacaram um local de refúgio de deslocados.

 

A ONG internacional Crescente Vermelho também confirmou o ocorrido e publicou na rede social X que há dezenas de mártires e de feridos no ataque ao Hospital Al Amal, em Khan Younis, com um vídeo de "cenas horríveis” dos seus serviços a retirarem pessoas do local e vários corpos da rua.

 

Segundo o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel, a guerra vai durar ainda muitos meses, apesar dos apelos dos EUA para abrandar os combates. 

 

 

Vítimas em ataque israelita na Cisjordânia

 

Seis palestinos morreram hoje numa ofensiva israelita no campo palestino de Nour Shams, perto da cidade de Tulkarem, no norte da Cisjordânia ocupada, e diversas pessoas ficaram feridas. Questionado pela agência de notícias AFP, o exército israelita não fez qualquer comentário imediato sobre o acontecimento.

 

Mais de 300 palestinos na Cisjordânia ocupada foram mortos por soldados e, em alguns casos, por colonos israelitas, desde o início da guerra entre Israel e o Hamas.

 

Já a deputada palestina Khalida Jarrar, da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), foi detida pelo exército israelita, em Ramallah, na Cisjordânia.  Jarrar, de 60 anos, foi presa na casa de família. A detenção foi confirmada pela FPLP e pelo exército israelita, que alegou ser uma “procurada por terrorismo”.

 

A deputada foi detida após a morte de uma jovem israelita, de 17 anos, num ataque na Cisjordânia atribuído pelo exército israelita à FPLP, movimento marxista considerado “terrorista” por Israel, Estados Unidos e União Europeia.

 

Em um comunicado, a FPLP afirmou que o exército israelita lançou uma ampla campanha de detenções entre os líderes e membros da FPLP na Cisjordânia ocupada. “Estas prisões não vão quebrar a vontade do nosso povo”, acrescentou.