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Chuvas deixam 14 mortos em Juiz de Fora; cidade decretou estado de calamidade pública

Cidade suspende aulas e decreta calamidade pública por 180 dias

Por Estadão Conteúdo

Bairro Mariano Procópio à esquerda e Bairro Vitorino Braga à direita, em Juiz de Fora (MG)

A Prefeitura de Juiz de Fora confirmou 14 mortes em decorrência das fortes chuvas que atingiram a cidade mineira na noite de segunda-feira, 23.

Os óbitos foram registrados em sete endereços diferentes. Segundo a gestão municipal, as buscas por desaparecidos continuam nesta terça-feira, 24. Ao todo, foram registradas 251 ocorrências relacionadas às chuvas.

Durante a madrugada desta terça-feira, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT-MG), anunciou que decretou estado de calamidade pública. “Quem tentou andar pela cidade hoje sabe que os bairros estão ilhados”, disse Margarida.

A Defesa Civil de Juiz de Fora estima que 440 pessoas estejam desabrigadas. De acordo com a prefeitura, até segunda-feira, já havia chovido mais que o dobro do esperado para o mês, o que tornou este o fevereiro mais chuvoso da história.

As aulas foram suspensas em toda as instituições de ensino da pública da rede municipal nesta terça-feira.

O Rio Paraibuna transbordou em diferentes pontos e, por isso, a Ponte Vermelha, no bairro Santa Terezinha, e o Mergulhão da Avenida Barão do Rio Branco, no centro, foram bloqueados.