Porto prevê equilíbrio
Passado o período de trocas de partidos e a formação de novas composições das bancadas na Assembleia Legislativa, o presidente Álvaro Porto (MDB) prevê um equilíbrio de forças entre Governo e oposição nas comissões permanentes. Principalmente nas de Constituição, Legislação e Justiça, de Finanças e Administração. Atualmente, os oposicionistas são maioria nas três e vêm causando entreves à governadora Raquel Lyra (PSD). “Eu acho que vai ter uma situação equilibrada nas comissões. A gente vem trabalhando nisso, mas o mais importante é a gente trabalhar por Pernambuco”, avalia. “Vai ter algumas mudanças, mas o nosso bloco e as pessoas que estão se declarando independentes vão atuar nas comissões, independentemente, se vai estar pro governo ou não. A gente tem certeza que tudo que for bom para Pernambuco a gente vai aprovar”, acrescentou. Há expectativa de que PSD e Podemos formem um bloco com 16 deputados e, neste caso, ficariam com três vagas na CCLJ e na de Finanças. PSB, Republicanos e MDB, que somam 10 parlamentares, se juntarão para indicar dois integrantes. A Federação PT-PV-PCdoB, com oito deputados, pode ficar com uma vaga nessas duas comissões. Se PL e Novo formarem bloco, podem indicar um representante. Mas na CCLJ o PL já se garante porque o presidente é o Coronel Alberto Feitosa, que por ter sido eleito, não pode ser substituído.
Dudu quer dar as cartas
A expectativa é quanto à Federação União Progressista, que tem 11 deputados estaduais e seu presidente, Eduardo da Fonte, declarou independência. Com esse número, pode ter dois integrantes nas duas principais comissões para ser o voto de minerva. O porém é que na de Finanças a presidência já está com Antônio Coelho (UB), aliado do Governo.
Ajuda da máquina
A cada pesquisa vai se consolidando uma disputa acirrada entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). DataFolha mostrou o petista com 39% e o liberal com 35%. Lula tem a vantagem de estar no cargo para tentar manter a vantagem no primeiro turno.
Freire reage a João
Aliado da governadora Raquel Lyra (PSD), o presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, considera que quando João Campos (PSB) diz não querer debater o passado nessas eleições, “na verdade o povo pernambucano é que não quer voltar ao passado que ele representa”.
Socialista garante pré-campanha
João Campos (PSB) diz que não se intimida com acusação de campanha antecipada. “Vou andar Pernambuco inteiro e vou conversar com as pessoas. Então, se as pessoas querem estar reunidas, querem conversar isso pode, inclusive a Justiça reconheceu que pode. Ninguém aqui vai pedir voto, ninguém aqui está falando de campanha. A gente está falando de pré-candidaturas”, avisou o pré-candidato.