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Movimento dos clientes está voltando na Feira do Bom Jesus

Publicado em: 18/10/2020 18:23 | Atualizado em: 19/10/2020 00:04

A tapioqueira Rosemeri Maria trabalha há 17 anos na Feira do Bom Jesus. (Foto: Bruna Costa / Esp. DP FOTO)
A tapioqueira Rosemeri Maria trabalha há 17 anos na Feira do Bom Jesus. (Foto: Bruna Costa / Esp. DP FOTO)
Comemorado nesta segunda-feira (19), o Dia dos Comerciários, surge como uma luz no fim do túnel do prejuízo que a pandemia causou à categoria. Muitos tiveram que se adaptar à nova forma de vender seus produtos. O movimento não voltou a ser o que era antes da pandemia, mas aos poucos os clientes estão retornando. A reportagem do Diario de Pernambuco passou por um dos pontos de comércio mais tradicionais do Recife, a Feirinha do Bom Jesus, no Bairro do Recife, e entrevistou alguns dos comerciantes que avaliaram como positivo o movimento de fregueses.

Com um ponto há 17 anos na Rua do Bom Jesus, Rosemeri Maria, 46 anos, ficou sem vender as suas tapiocas durante um longo período. Aos poucos, segundo ela, os clientes estão voltando. "O movimento está semelhante ao que era antes da pandemia, mas ainda não voltou totalmente ao habitual", avalia a comerciante. Apenas em um domingo, antes da pandemia, ela vendia de 80 até 120 tapiocas, com o retorno a movimentação caiu e, ainda assim, ela consegue vender 50 tapiocas em um só domingo.

Com a variação de movimento a tapioqueira se diz insegura para adquirir materiais para trabalhar. "É um investimento que nós fazemos correndo o risco de não vender e perder o meterial. Tudo que trazemos hoje, mesmo que sobre, no próximo domingo não serve mais. A única coisa que dá para armazenar é a goma, que eu congelo", disse a comerciante. 

Empresária há pouco tempo Hosana França, 30, junto com o noivo começou a entregar as camisas e canecas de sua marca por um sistema de delivery. No primeiro dia vendendo presencialmente, na Feira do Bom Jesus, ela conseguiu vender metade do estoque de seus produtos. No dia das mães, apenas duas camisas saíram do mostruário, no dia dos pais a venda se manteve no mesmo ritmo, com apenas três camisas vendidas.

"Minha primeira feira pós-pandemia foi no sábado, perto do parque Dona Lindu, não consegui vender nada, nem uma caneca. Aqui já compensei as vendas do dia e também do sábado", comentou Hosana.

Neste ano, o Sindicato dos Lojistas de Bens e Serviços do Recife (Sindilojas) decidiu, por meio de uma convenção coletiva, que a abertura das lojas seria facultativa, devido à pandemia. As lojas que abrirem terão que pagar uma taxa aos seus funcionários e conceder uma folga. 
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