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IMUNIZAÇÃO

Prefeito de Salvador avalia adiamento do carnaval, caso não haja vacina até novembro

Publicado em: 13/07/2020 17:03 | Atualizado em: 13/07/2020 17:14

 (Foto: Arquivo / Agência Brasil)
Foto: Arquivo / Agência Brasil
O prefeito de Salvador, ACM Neto, voltou a afirmar que a realização do carnaval da capital baiana em fevereiro ainda é uma incerteza. Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (13), ACM reforçou a importância de haver um plano de imunização contra a Covid-19 até o mês de novembro, caso contrário a festa precisará ser adiada. 

"Se não houver uma vacina ou se não houver uma clareza em relação à imunidade coletiva até o mês de novembro, então pode ser que a prefeitura não tenha elementos de segurança para manter o carnaval", disse ACM Neto. "Caso cheguemos ao mês de novembro sem segurança plena para realizar o carnaval em fevereiro, eu acredito que ninguém vai autorizar que a festa aconteça, eu não autorizaria", acrescentou o prefeito.

Para ACM, uma solução para Salvador não perder sua tradicional folia de carnaval seria o adiamento dos festejos, mas demonstrou preocupação com o calendário cultural da cidade. "Carnaval só deverá ocorrer se puder acontecer em ambiente de total e completa segurança. Repito que, caso cheguemos em novembro, sem uma definição de segurança coletiva com relação ao coronavírus, penso eu, que seria uma boa alternativa nós discutirmos o adiamento do carnaval para o final do mês de maio ou começo do mês de junho, sem que ele conflite com o calendário junino".

"A gente sabe que os festejos juninos do nordeste são fortes e também não acho que seja justo planejar o carnaval de forma a prejudicar o São João, que já não aconteceu neste ano", disse ainda o prefeito. "O ideal seria buscar o calendário em 2021, quem sabe até identificando feriados que possam ser utilizados, e aí a gente tem a condição de organizar um calendário para o carnaval, como eu disse, talvez no final de maio ou no início de junho".

ACM também falou sobre a possibilidade de dialogar com prefeitos de outras capitais, para que se estabeleça um calendário comum para a realização do carnaval. "Eu vou defender que os prefeitos possam organizar um calendário comum. Procurarei o prefeito do Rio de Janeiro, de São Paulo e de outras cidades também, para ver se é possível a gente construir um agendamento do carnaval", disse.
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