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AGLOMERAÇÃO

Multidão ignora isolamento social e participa de festa 'paredão' em Salvador

Publicado em: 06/07/2020 20:13

 (Foto: Reprodução/Twitter)
Foto: Reprodução/Twitter
Depois do Rio de Janeiro, em que uma aglomeração de pessoas sem máscaras e desrespeitando o distanciamento foi registrada na noite de reabertura dos bares e restaurantes da cidade, foi a vez de Salvador dar exemplo negativo em relação às medidas de contenção da pandemia do novo coronavírus. 

Na comunidade do Brongo, bairro do IAPI, uma multidão de pessoas ignorou a recomendação para evitar aglomerações e se reuniu para uma festa "paredão" que se iniciou no domingo (5) e só acabou na manhã desta segunda-feira (6). Assim como na capital fluminense, o evento da cidade baiana estava cheio de pessoas que não respeitavam o distanciamento e nem usavam máscaras.

Segundo os moradores da comunidade, a situação é recorrente e que acontece em todos os finais de semana. A Polícia Militar afirma que os agentes da que atendem no bairro, não foram acionados. A polícia disse, entretanto, que apura caso.

O prefeito da capital baiana, ACM Neto, criticou a realização dos eventos em meio à pandemia. "Você tem dezenas de pessoas morrendo todos os dias em Salvador, uma luta inglória da prefeitura para evitar um colapso do sistema de saúde… Enquanto isso, do outro lado você tem gente se lixando para o momento que a gente tá vivendo, tem gente que não tá nem aí para o coronavírus, que faz paredão, faz festa, faz aglomeração. Lamento", afirmou.

ACM Neto disse ainda que a prefeitura vai continuar "fiscalizando duramente" para tentar coibir aglomerações desse tipo.

"Vamos ao limite máximo de nossa capacidade de fiscalização, de presença nas ruas da cidade. Agora, cada um tem que fazer sua parte. Depois não apontem o dedo para o prefeito e digam que a culpa pelo fechamento da atividade econômica é nossa. A responsabilidade é de cada um. Você pega outros lugares onde já se conseguiu superar a fase mais crítica do coronavírus, por que? Porque as pessoas ajudaram. Eu pessoalmente fico revoltado, porque sei o quanto a gente tá se lascando de trabalhar, que não é pouco, o quanto tá sendo difícil tudo isso, e você tem que lidar com situações com essa que aconteceram no final de semana no Nordeste".
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