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Entre sotaques e orquestras, turistas se unem ao frevo na estreia do carnaval

Publicado em: 21/02/2020 12:56 | Atualizado em: 21/02/2020 13:01

 (Maximiliano Martinez é argentino, mora no Rio de Janeiro há seis anos e veio curtir o carnaval de Pernambuco pela primeira vez. Foto: Peu Ricardo/DP Foto)
Maximiliano Martinez é argentino, mora no Rio de Janeiro há seis anos e veio curtir o carnaval de Pernambuco pela primeira vez. Foto: Peu Ricardo/DP Foto
O carnaval começou e a mistura de sotaques já se faz presente nas ladeiras do Sítio Histórico de Olinda. Em meio à orquestras e blocos pequenos e grandes, os pernambucanos agitam os foliões que vieram de vários lugares do país e até estrangeiros, que são facilmente reconhecidos vislumbrando as cores e os passos apressados dos foliões locais, em ansiedade pelo encontro do frevo. 

O argentino Maximiliano Martinez, de 30 anos, veio brincar o carnaval pela primeira vez em Pernambuco, apesar de morar há seis anos no Rio de Janeiro. “Cheguei na cidade na terça-feira e vou curtir o carnaval em Recife e Olinda. Eu vou ficar um pouco mais, só vou embora depois da festa”, contou.

Para os gaúchos Luciana de Le Laste e Iuri Barros, a estreia na festa de momo de Olinda e Recife começou cedo, mas a alegria do povo contagiou. Além do carnaval, Luciana e Iuri resolveram conhecer também o litoral sul, onde aproveitam para descansar. 

“Nós chegamos na quinta-feira à noite e já sentimos a energia, mas também descansaremos um pouco. Vamos curtir a praia, já que estamos hospedados em Porto de Galinhas. O pessoal é animado e tem bloco todo o tempo passando”, contou Luciana. 

Os policiais militares Bianca Pereira, 28, e Jorge Luiz, 33, vieram de Belém para curtir as prévias no Sítio Histórico e na capital pernambucana. O casal contou que apesar de animados, se mostraram preocupados com a quantidade de assaltos e o uso explícito de drogas nos espaços onde os eventos aconteciam.

“Infelizmente nós vimos muitos assaltos, principalmente nas pochetes, e um grande número de pessoas usando drogas nas praças e nos polos. Acho até que as crianças não conseguiriam ficar nesses locais”, explicou Jorge. 

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