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Bom Sucesso: Vicente é rejeitado por Gabriela, Patrick e Michelle. Confira o resumo da terça

Publicado em: 22/10/2019 05:00

Foto: Globo/Reprodução
Terça-feira
Gisele surpreende Diogo ao aparecer com Yuri na festa de Réveillon da mansão. Francisca encontra Ramon na festa de Ano Novo da Unidos do Bom Sucesso. Mário e Silvana se beijam. Eugênia hostiliza Paloma. Esther repreende Ramon ao vê-lo dançando com Francisca. Nana agradece a Paloma ao ver a alegria de Alberto. Vicente é rejeitado por Gabriela, Patrick e Michelle. Marcos abraça Paloma na chegada do Ano Novo e os dois acabam caindo na piscina.

Confira os outros resumos da semana:

Quarta-feira
Alberto se diverte quando todos os convidados resolvem mergulhar na piscina com Marcos e Paloma. Yuri flagra Gisele beijando Diogo e se decepciona com a moça. Toshi pensa em permanecer no Brasil. Ramon espera por Paloma e os filhos. Pablo decide investir no relacionamento com William. Alberto confirma para Tonho que ele pode voltar a trabalhar na mansão. Nana afirma a Jorginho que decidiu que seu filho é de Diogo. William anuncia a Gisele que revelará a Nana quem é Diogo.

Quinta-feira
Gisele implora para que William não conte nada a Nana, com medo de perder o emprego. Gabriela deixa escapar a Ramon sobre Paloma e Marcos. Sofia fica triste ao se despedir de Jorginho. Thaíssa diz a Toshi que ela pode conseguir visto permanente no Brasil se casar com um brasileiro, e sugere Léo. Diogo tenta subornar Yuri. Natasha pede a Marcos para levá-la à barraca da Lulu. Paloma vê Ramon dançando com Francisca.
 
Sexta-feira
Mário tenta convencer Silvana a gravar um comercial, prometendo ajudá-la. Natasha insiste para que Paloma dance forró com Marcos. Alberto estranha a insistência de Natasha. Natasha avisa a Marcos que seu relacionamento acabou. Ramon e Paloma entram em acordo. Nana e Diogo flagram Mário e Silvana se beijando. Nana revela a Diogo que existe uma chance de Mário ser o pai de seu filho. Ramon decide fazer aula de dança com Francisca. Natasha revela a Paloma que Marcos está apaixonado por ela.
 
Sábado
Paloma é hostil com Natasha. Lulu incentiva Paloma a ficar com Marcos. Toshi segue conselho de Thaíssa e oferece dinheiro a Léo para que ele se case com ela. Marcos se declara para Paloma. A pedido de Sofia, Nana desenha o vestido que Paloma imaginou para uma das personagens do livro Mulherzinhas, e Alberto intui que a filha poderia trabalhar com a costureira. Alice questiona Francisca sobre Ramon. Léo aceita se casar com Toshi. Mário avisa a Nana que fará um teste de DNA para confirmar a paternidade do filho que ela espera, quando Diogo entra na sala.
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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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