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Robert Pattinson será o novo Batman em filme que deve estrear em 2021, diz site

Por: FolhaPress

Publicado em: 01/06/2019 08:49

Foto: AFP/Arquivo
Robert Pattinson será o novo Batman, segundo informação divulgada nesta sexta-feira (31) pela Variety. De acordo com o site da revista, a Warner Bros, responsável pelo novo filme do homem morcego, fechou contrato com o ator britânico, que ficou conhecido como o vampiro Edward, da saga adolescente Crepúsculo.

À Agência AFP, a Warner confirmou apenas que está em negociações com Pattinson. O novo longa do Batman deve chegar aos cinemas em junho de 2021 e terá direção de Matt Reeves. Pattinson vai ocupar o lugar de Ben Affleck no papel principal da nova saga da DC. De acordo com o site Deadline, o ator disputou a vaga com o também britânico Nicholas Hoult, 29, de X-Men e Mad Max: Estrada da Fúria.

Segundo a Variety, a pré-produção do filme começa em meados deste ano. Robert Pattinson, no entanto, já enfrenta rejeições de fãs do homem morcego. Desde que começaram a circular informações de que ele poderia assumir o papel, petições e abaixo-assinados foram feitos na internet pedindo a sua saída.

O motivo seria a dúvida das pessoas em comprar a ideia de ver o ator com a máscara do morcego, já que o britânico ficou muito atrelado a imagem do vampiro Edward, na saga "Crepúsculo". Pattinson começou a carreira como modelo e, em 2004, fez pequenas atuações em papéis menos expressivos. A guinada aconteceu em 2007 quando foi chamado para interpretar Cedric Diggory no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo, saga de sucesso mundial.

Na sequência, ele foi chamado para interpretar Edward Cullen no filme Crepúsculo, baseado no romance best-seller de Stephenie Meyer. Foram cinco filmes da franquia que alçou o artista ao estrelado hollywoodiano. Durante as gravações, o ator chegou a namorar sua parceira de cena, Kristen Stewart. Porém, os dois ficaram um bom tempo escondendo a relação.

Foi apenas em 2012 que Kristen reconheceu oficialmente que estava namorando com Pattinson. Em 2016, a revista Variety afirmou que Ben Affleck seria o protagonista e diretor de uma nova sequência solo de Batman após o sucesso de bilheteria de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, mas não da crítica especializada.

No início de 2017, a mesma publicação disse que o ator havia desistido do cargo de diretor para ser apenas o ator e produtor do longa. Os estúdios Warner Bros. confirmaram, então, que Matt Reeves seria o novo diretor. No ano passado, Affleck foi internado em uma clínica de reabilitação para tratar o alcoolismo, doença contra a qual luta desde 2001, pela ex-mulher, Jennifer Gardner.

Eles anunciaram o divórcio no começo de 2015, após alguns boatos de que a relação estava abalada pelo vício do ator. Em janeiro deste ano, o ator confirmou que não seria mais o protagonista. Na história de Reeves contará uma versão bem mais jovem do herói da DC.
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Resistência nordestina em cartaz

Diego Rocha *
Celebrando a resistência da arte nordestina e a arte nordestina de resistir, o 21º Festival Recife do Teatro Nacional está em cartaz na cidade para confirmar a vocação de um povo à resiliência e à criatividade. Até o próximo dia 24, a programação montada com muita assertividade pela Prefeitura do Recife irá apresentar 12 espetáculos em vários teatros da cidade, entre eles seis montagens nacionais jamais vistas na capital do Nordeste.
Mas não está toda no ineditismo a urgência que esses espetáculos carregam. Mas também e principalmente na referência e reverência que muitos fazem à estética e às temáticas fincadas no árido solo fértil do Nordeste. Alguns textos, como o da montagem Ariano %u2013 O Cavaleiro Sertanejo, da companhia carioca Os Ciclomáticos sequer foram produzidos no Nordeste. Mas sabem, bebem e comungam do povo que somos. Foram buscar inspiração em autores ensolarados como Ariano Suassuna e os tantos tipos e símbolos que ele fundou e transportou do imaginário nordestino para o mundo.
Há na programação citações ainda mais explícitas à nossa produção teatral. Parido do punho do próprio Ariano, em carne e pena, o clássico Auto da Compadecida chega ao Festival com sotaque mineiro, numa belíssima montagem do Grupo Maria Cutia, com a direção cênica precisa e sensível de Gabriel Villela, que conseguiu unir a cultura do cangaço pernambucano ao barroco mineiro, sem sair da trilha aberta pelo Movimento Armorial de Ariano.
São montagens que nos representam e, ao mesmo tempo, nos apresentam a nós mesmos, além de nos hastear bandeira a congregar territórios artísticos, afetivos e cívicos, num país assombrado e repartido por um projeto de poder excludente. Em cima e embaixo dos palcos, durante e depois do 21º Festival Recife do Teatro Nacional, que a arte e a força nordestina persistam farol aceso a nos guiar.

* Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife

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