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Representante do Recife no The Voice Kids, Tábatha nunca fez um show profissional

Cantora de 14 anos é fã de Beyoncé, Ed Sheeran e da pernambucana bandavoou

Tabatha foi elogiada por Ivete Sangalo ao interpretar canção de Meghan Trainor. Foto: GShow/Divulgação

Ela ainda não recebeu convite para fazer shows ou participar de programas de televisão. E se diverte ao comentar o assunto: "Que eu saiba, ainda não", afirma, em meio a risos. Tábatha Almeida, cearense radicada no Recife e representante da cidade no The voice kids (Globo), tenta se acostumar à súbita fama após a participação no programa.

Fã de Ed Sherran, Beyoncé e da pernambucana bandavoou, ela sucede Ayrton Montarroyos e Bella Schneider na participação pernambucana no programa. Nascida em Fortaleza, Tábatha tem 14 anos e há oito mora no Recife.

[SAIBAMAIS] A cantora se destacou no programa após interpretar a canção Dear future husband, de Meghan Trainor, nas audições às cegas do dia 10 de janeiro. A performance chamou a atenção dos jurados Carlinhos Brown e Ivete Sangalo, escolhida como técnica pela candidata.

Tábatha, que nunca fez uma apresentação profissional, agora segue para a fase das batalhas no programa. Lá, ela vai enfrentar outros concorrentes na disputa pelas próximas fases até a grande final. O encerramento da versão infantil do The voice vai ao ar no dia 20 de março e terá prêmio de R$ 250 mil e um contrato de agenciamento de carreira com a gravadora Universal.

Em entrevista ao Viver, conta como se inscreveu no programa e ainda revela os artistas que a influenciaram.

Entrevista >> Tábatha Almeida

Como foi seu começo na música?

Foi uma coisa bem espontânea. Meu pai é músico e eu sempre o acompanhava em shows, em estúdio, gravações. Daí veio a vontade de também fazer o que ele fazia, mas cantar.

E como você foi parar no The voice kids?

Quando começaram as inscrições, minha mãe insistiu que eu me candidatasse, mas eu tinha vergonha, achava que não ia dar certo. Ela insistiu. Falou até que, se eu não aceitasse, ela mandaria escondido. Aí conversamos, decidimos mandar a inscrição, mas sem expectativa nenhuma. Quando eu fui escolhida pra uma chamada seletiva, em outubro do ano passado, a gente percebeu que a coisa era séria e eu tinha chance.

Na primeira apresentação, você cantou uma música de Meghan Trainor. Quais artistas te influenciam como cantora?

Ouço muito pop. Ed Sheeran, Melanie Martinez, Beyoncé, claro. De Pernambuco, eu gosto muito de um grupo chamado Bandavoou, que tá começando a fazer sucesso agora.

Você já recebeu propostas para shows ou programas de TV?

No momento, que eu saiba, ainda não! (risos)

Você chegou a ter algum contato com os jurados?

Não muito, até porque muita coisa do programa é gravada, então ainda tinha gente para se apresentar. Tem um tempo para conversar com eles, mas nada muito longo. Logo depois da apresentação, a gente tem que gravar uma minientrevista que eles lançam na internet, mas tem algumas coisas que não vão ao ar, alguns momentos de descontração com a equipe técnica e jurados.

E como está sua expectativa para a próxima fase?

Estou certa que será bem emocionante porque agora começa a fase das batalhas. Todo mundo lá é muito bom.

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