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Advogado do suspeito de matar eletricista da Celpe entra com pedido para revogar prisão preventiva

Publicado em: 05/10/2020 22:03 | Atualizado em: 08/10/2020 08:57

 (Foto: Celpe/Divulgação
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Foto: Celpe/Divulgação
O advogado Laércio Barbosa, representante do fazendeiro Sebastião Ayres de Assis Neto, acusado de assassinar o eletricista da Celpe José Reginaldo de Santana Júnior, de 31 anos, na tarde da última terça-feira (29), em Limoeiro, entrou com um pedido de revogação de prisão preventiva. A decisão da prisão foi da juíza da Comarca de Limoeiro, Fabiola Michele Muniz Mendes Freire de Moura. 

Segundo o advogado do fazendeiro, a conta de R$ 28 mil é referente a débitos que não estão no nome do acusado. Ele alegou também que houve discussão e que os técnicos da Celpe entraram na Fazenda Haras Vovô Zito, na zona rural de Limoeiro, sem permissão. Na visão do advogado, o corte de energia elétrica da fazenda não poderia ter sido efetuado.

Em resposta, a Celpe disse que a suspensão do fornecimento de energia foi legal e motivada pelo débito existente. A empresa também informou que, segundo o depoimento do técnico da Celpe à polícia, o acesso dos técnicos foi autorizado por dois vaqueiros que estavam na pista de vaquejada da fazenda.

A vítima estava acompanhada de outro técnico de eletrotécnica de 39 anos, que foi alvo de ameaças e tentativa de suborno antes do crime. Em depoimento, a esposa do acusado, Rosykarla Maria, 37, disse que viu no momento do ocorrido o marido segurando uma arma de fogo longa.

"Eu estou certo, eu sou homem, a conta está paga", foi o que Rosykarla disse ter escutado do marido no momento da confusão. No depoimento prestado à Delegacia de Limoeiro, ela disse também ter presenciado quando o marido colocou um dos técnicos  da Celpe dentro do porta malas do veículo.

Recompensa 
O acusado pelo crime está foragido, até o momento. Uma recompensa de até R$ 20 mil é oferecida para quem repassar, ao Disque-Denúncia, informações que possam levar ao paradeiro e à prisão de Sebastião Ayres de Assis Neto. O sigilo é garantido, de acordo com o Disque-Denúncia. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (81)3719-4545 ou através do WhatsApp nos números (81) 98256-4545 e (81) 98170-2525.

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