Vida Urbana

Exercitar a mente evita doenças causadas pelo envelhecimento do cérebro


O período de distanciamento social tem reforçado a importância de os idosos exercitarem a mente. Além de manter o cérebro ativo, as atividades fortalecem vínculos. É o que tem acontecido entre Nivalda, 86, e Léa Rodrigues, 57; mãe e filha. Juntas, elas praticam exercícios para o cérebro em casa. Com o dever de seguir as instruções passadas online por professoras do Método Supera de Olinda, as duas aumentaram a frequência dos estudos em dupla. “Esses momentos são muito bons. O importante é que também faço e posso explicar para ela, então eu ensino e sempre estou revisando os conteúdos”, diz Léa.

Os benefícios das atividades para o cérebro, que já eram percebidos diariamente, ganharam proporções maiores durante o isolamento social. Com a atividade em comum, mãe e filha colocam em prática iniciativas para afastar a solidão, o estresse e aumentar as habilidades cognitivas, como memória e atenção. Nos últimos 12 meses, Léa observou com alegria a dedicação de Nivalda. "Ela sempre se mostra entusiasmada, gosta de fazer os exercícios em casa", afirma.

Apesar de treinarem juntas, as duas possuem perfis e motivações diferentes. Enquanto a filha busca maior concentração e capacidade de resolver problemas profissionais com facilidade, a mãe otimiza a memória e habilidades socioemocionais.

"Não existe uma idade específica para iniciar o treino cerebral. Encontramos pessoas com histórias e limitações diferentes. Com toda essa diversidade biográfica, a interação entre alunos de faixas etárias distintas acontece de forma natural", destaca a educadora do Método Supera Gizella dos Anjos.

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