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Opinião
Hospital da Pessoa Idosa: cidadania e fortalecimento do SUS

Geraldo Julio
Prefeito do Recife

Publicado em: 01/10/2020 03:00 Atualizado em: 01/10/2020 05:24

Entre os muitos aprendizados que a pandemia está nos trazendo, dois deles chamam atenção hoje. A importância central do Sistema Único de Saúde (SUS) e a necessidade de cuidado e atenção permanente com a nossa população idosa.

Não fosse a construção contínua do SUS ao longo dos últimos anos, a pandemia poderia ter causado um efeito ainda pior. No Recife e em Pernambuco, a criação rápida de leitos emergenciais do SUS tem salvado milhares de vidas.

Já os idosos, grupo de risco para a Covid-19, demandaram uma atenção ainda mais especial de familiares e poder público. Prevenção e cuidado foram as palavras de ordem para proteger aqueles que tanto já fizeram pela nossa cidade.

Aberto neste 1º de outubro, Dia da Pessoa Idosa, o Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa, da Prefeitura do Recife, é uma consolidação do compromisso com esses dois aprendizados: fortalecimento do SUS e garantia da cidadania, por meio do acesso à saúde para essa população.

O Recife tem hoje cerca de 200 mil pessoas com mais de 60 anos, e no Hospital Eduardo Campos elas vão ter acesso a consultas com especialistas nas mais diversas áreas como cirurgias geral, vascular e plástica; geriatria, gerontologia, neurologia, cardiologia, urologia, proctologia, nutrição, psicologia, assistência social, entre outras. O foco é o atendimento que integra as condições típicas dessa etapa da vida.

São 72 leitos, sendo 10 de UTI, com capacidade para realizar 8 mil consultas e até 30 mil exames por mês, numa unidade moderna, humanizada, ocupando mais de 8 mil metros quadrados de área construída. Mas, para além da obra de “pedra e cal” o Hospital da Pessoa Idosa traz consigo uma capacidade que faz jus a aquele que o nomeia: o ex-governador Eduardo Campos. Ele tem a capacidade de transformar, de verdade, a vida das pessoas.

Lá, as idosas e idosos do Recife que serão atendidos terão em um só lugar o cuidado completo: consulta com médico especialista, exames para diagnóstico, tratamento, internação e cirurgia, quando necessário. É uma mudança concreta no tratamento dessas pessoas. É um testemunho de que é possível, sim, garantir qualidade de vida, com o fortalecimento do atendimento de saúde público e de qualidade.

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