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Opinião
Política pública de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco é destaque no Nordeste

Aluisio Lessa
Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco

Publicado em: 20/02/2020 03:00 Atualizado em: 20/02/2020 08:31

Em pesquisa recente, a Câmara Americana de Comércio (Amcham-Brasil) constatou que 46% dos empresários e executivos do Nordeste consideram Pernambuco como o estado mais competitivo da região. O levantamento aponta como tópicos principais centros de tecnologia, localização geográfica privilegiada (mais perto da Europa e dos Estados Unidos), facilidades logísticas e incentivos fiscais. Observar a tecnologia como um dos diferenciais para 56% do empresariado coroa o trabalho da política pública de ciência, tecnologia e inovação de Pernambuco.

Os dados da Amcham apontam que o nosso estado foi seguido por Ceará (30,3%), Bahia (22,4%) e Rio Grande do Norte (1,3%). Isso reflete os esforços do governador Paulo Câmara, que tem feito Pernambuco crescer mais que o Brasil, ter a melhor educação pública do país e ser bem avaliado nos mais diversos índices econômicos e sociais. Além disso, os nossos profissionais receberam menção honrosa dos avaliadores. Temos um povo preparado e que dá conta dos maiores desafios.

No âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), os dados refletem a capacidade de ambientes tecnológicos como o Porto Digital, o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP) e o Parque Tecnológico de Eletroeletrônicos e Tecnologias Associadas de Pernambuco (Parqtel). No tocante ao fomento, a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco(Facepe), que recentemente teve o seu orçamento ampliado pelo governo de Pernambuco, apoia projetos de inovação.

Quanto à capacitação profissional, a Universidade de Pernambuco (UPE) oferece educação superior voltada para a formação de mão de obra qualificada, focada nas necessidades do mercado. Em 2019, foram inaugurados no campus de Garanhuns os laboratórios de Práticas em Engenharia de Software (Laps) e de Pesquisa de Software e Computação Aplicada. Os equipamentos, que receberam investimento de cerca de R mil, são para atividades de alunos e professores do curso de Engenharia de Software e cruciais para a expansão do ambiente de inovação e a geração de tecnologia no Agreste Meridional. Além disso, estamos lançando o curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia da Poli, no Recife, para ser aberto em 2020, e a ampliação da residência tecnológica no Parqtel e no Instituto de Inovação Tecnológica (IIT) da UPE.

É gratificante saber que o nosso trabalho na SECTI, aliado ao que vem sendo desenvolvido ao longo dos últimos anos, é um dos principais fatores para que os empresários reconheçam Pernambuco como o estado mais competitivo da região. Comemoramos a constatação com ainda mais trabalho, para que o setor privado continue investindo no nosso Estado e que a política de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco gere mais resultados positivos para a economia e a população.

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