Diario de Pernambuco
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Opinião
O amor da cor púrpura

José Adalberto Ribeiro
Jornalista

Publicado em: 09/10/2019 03:00 Atualizado em: 09/10/2019 09:25

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A guerra da informação/comunicação, contra e a favor dos governos e instituições, é intergaláctica. Viemos da galáxia de Gutenberg, a escrita, e navegamos nas nuvens digitais do universo GAFA – Google, Apple, Facebook e Amazon, planetas, satélites e cavernas, o Messenger, Instagram, WhatsApp. As cavernas da internet são chamadas de redes sociais. Os vikings e novos bárbaros habitam nessas cavernas.

O papa globalista Francisco prega “o fogo do amor na Amazônia”, ao anunciar o Sínodo da floresta. Lindo! Os globalistas descobriram agora a Amazônia e preconizam a internacionalização da floresta. O ex-índio Raoni, hoje figura exótica na Europa, seria autoproclamado rei dos santuários ecológicos.

Aconteceram e acontecem lampejos de amor dialético no Purpurado, a cor de púrpura do alto clero apostólico de Roma et Orbi.   Rebobinem um pouco da história. Em julho de 2015, ao visitar a Bolívia, o papa Francisco Bergoglio recebeu de presente do cocalero Evo Morales um crucifixo em forma do símbolo comunista da foice e martelo. Morales beijou-lhe as mãos e a Santidade sorriu encantado. Quanta gentileza!

O cocalero não teria essa ousadia diante do papa estadista João Paulo 2º. Se fosse um papa rochedo, Bergoglio teria quebrado a foice e o martelo no toutiço do bicho comunista. Lá vai a Santidade visitar,  também em 2015, a ilha-presídio comunista de Cuba. Distribuiu sorrisos, gentilezas e água benta. O então ditador Raul Castro e seus devotos ficaram felizes diante das gentilezas papais. As ditaduras terroristas não se comovem com água benta.

Desde então estão sussurrando pelas alcovas que Bergoglio é o Antipapa comunista. Vem agora o Sínodo da Amazônia, como parte da toada ambientalista derivada do credo vermelho de origem.

Depois do dilúvio, o Brasil está fazendo a travessia do mar vermelho. De modo apropriado o Capitão Marvel falou que a economia é um transatlântico, impossível dar um cavalo de pau para reverter a curto prazo o legado nefasto das camarilhas corruptas. E não se combate corrupção com delicadezas. É a lei da vida.

O jogo é pesado e não comporta saídas pela tangente. Os corruptos são delicados no trato e ferozes na ação. Eles usam Black-tie e não usam anestesia.

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