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Opinião
Um madrilenho recifense

Enrique Martin-Ambrosio
Cidadão do Recife
opiniao.pe@diariodepernambuco.com.br

Publicado em: 20/08/2019 03:00 Atualizado em: 20/08/2019 06:28

Quero compartilhar o sentimento de gratidão que considero ser uma das mais nobres virtudes do ser humano. É como me sinto por receber o Título de Cidadão do Recife, por iniciativa do vereador Augusto Carreras.

No Recife tive oportunidade de exercer a função de diretor geral da Air Europa para o Brasil e a possibilidade e a honra de estabelecer os voos entre Recife e Madri.  A homenagem que recebi da Câmara Municipal, embora destinada a mim,  a compartilho com muitas pessoas. Não só com os profissionais de minha empresa, mas também com a secretária municipal de Turismo, Ana Paula Vilaça,  com a Prefeitura do Recife e com o prefeito Geraldo Julio.

E o que falar da equipe do governador Paulo Câmara, que também foi fundamental para mim no trabalho que desenvolvi?  Com o então secretário Felipe Carreras e todo o pessoal de Embratur, atingimos o sucesso dos nossos projetos.

E preciso reconhecer que o voo Recife/ Madri, hoje tão importante para os dois destinos, foi o mais rápido que se negociou na empresa.  Desde as primeiras negociações,  num frio mês de janeiro em Madri, até o primeiro voo que decolou em 20 de dezembro do mesmo ano, as decisões fluíram de forma muito ágil.

Este voo é fruto da fides et virtus. A força e a fé da nossa bandeira recifense. É com essa mesma determinação  que agora está chegando, em bom tempo,  para a aviação no Recife, a empresa espanhola Aena. Ela é a maior do mundo em número de passageiros, contando com 263 milhões de passageiros no ano de 2018. Com esse resultado, arrematou o lote de aeroportos do Nordeste, e a base será no Recife. Dessa forma, a capital será o operador aeroportuário mais importante do Brasil.  Além do Recife, os aeroportos de Maceió, Aracaju, Campina Grande, João Pessoa e Juazeiro do Norte serão geridos pela  Aena.

Por tudo isso, quero agradecer ao Cônsul da Espanha para o Nordeste,  Gonzalo Fournier,  e a todas as empresas espanholas sediadas no Recife e em  Pernambuco, por acreditarem na terra onde o espanhol Vicente Yáñez Pinzon chegou pela primeira vez no Brasil, antes dos portugueses.

Meu sentimento é de gratidão e por isso quero agradecer a minha família e ao presidente e CEO da Globalia/ Air Europa, por acreditar nesta missão. Agradeço a Deus que me mostrou o caminho do Brasil, ao senhor de Bonfim, a nossa Santa Dulce dos Pobres e aos Orixás que me deram as boas-vindas  nesta terra e que me protegeram sempre.

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