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Notícia de Economia

MERCADOS

Bolsa fecha em queda pelo sétimo pregão seguido; dólar encosta em R$ 5

Publicado em: 26/04/2022 22:11

 (Foto: Gerd Altmann por Pixabay )
Foto: Gerd Altmann por Pixabay
No dia em que Exu ajudou a Grande Rio a ganhar o primeiro título de campeã das escolas de samba do Rio de Janeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) fecha no vermelho pelo sétimo dia consecutivo e volta a ficar abaixo de 109 mil pontos. Enquanto isso, o dólar dispara e encosta nos R$ 5.

Em meio ao aumento dos temores com a escalada da inflação global e diante da piora das perspectivas dos mercados interno e externo, o Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, acompanhou o mau humor global e encerrou o pregão desta terça-feira (26) com queda de 2,23%, a 108.212 pontos. Na semana, o índice recuou 2,58% e, no mês, 9,82%. No ano, o ganho ficou em apenas 3,23%.

A divisa norte-americana chegou a registrar máxima de R$ 4,999 pela manhã, diante do aumento da aversão ao risco dos investidores em relação aos mercados emergentes. No fim do dia, a moeda norte-americana encerrou o pregão com alta de 2,36%, cotada a R$ 4,9905 para venda, após a desova de uma série de perspectivas negativas para a inflação. 

De acordo com analistas, a expectativa de uma maior desaceleração global em função do agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia, da aceleração do ciclo de alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e dos impactos negativos dos novos bloqueios na China em função da Covid-19, foram os principais motivos para um dia turbulento nas bolsas internacionais.

"O mercado está muito volátil diante das incertezas domésticas e externas. A tendência é que essa volatilidade se estenda pelos próximos nove meses, com os Estados Unidos aumentando os juros e com o clima de instabilidade geral, não apenas no Brasil", destacou Douglas Bassi, diretor da Virtus BR Partners.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas, superou os 102 mil pontos, atingindo o maior nível desde março de 2020. O real foi a divisa que mais desvalorizou entre as emergentes e mesmo um leilão do Banco Central de 10 mil contratos de swap cambial (US$ 500 milhões), no início da tarde, não conteve a escalada do dólar acima de 2%. Já o euro comercial avançou 1,36%, para R$ 5,51 para a venda.No dia em que Exu ajudou a Grande Rio a ganhar o primeiro título de campeã das escolas de samba do Rio de Janeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) fecha no vermelho pelo sétimo dia consecutivo e volta a ficar abaixo de 109 mil pontos. Enquanto isso, o dólar dispara e encosta nos R$ 5.

Em meio ao aumento dos temores com a escalada da inflação global e diante da piora das perspectivas dos mercados interno e externo, o Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, acompanhou o mau humor global e encerrou o pregão desta terça-feira (26) com queda de 2,23%, a 108.212 pontos. Na semana, o índice recuou 2,58% e, no mês, 9,82%. No ano, o ganho ficou em apenas 3,23%.

A divisa norte-americana chegou a registrar máxima de R$ 4,999 pela manhã, diante do aumento da aversão ao risco dos investidores em relação aos mercados emergentes. No fim do dia, a moeda norte-americana encerrou o pregão com alta de 2,36%, cotada a R$ 4,9905 para venda, após a desova de uma série de perspectivas negativas para a inflação. 

De acordo com analistas, a expectativa de uma maior desaceleração global em função do agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia, da aceleração do ciclo de alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e dos impactos negativos dos novos bloqueios na China em função da covid-19, foram os principais motivos para um dia turbulento nas bolsas internacionais.

"O mercado está muito volátil diante das incertezas domésticas e externas. A tendência é que essa volatilidade se estenda pelos próximos nove meses, com os Estados Unidos aumentando os juros e com o clima de instabilidade geral, não apenas no Brasil", destacou Douglas Bassi, diretor da Virtus BR Partners.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas, superou os 102 mil pontos, atingindo o maior nível desde março de 2020. O real foi a divisa que mais desvalorizou entre as emergentes e mesmo um leilão do Banco Central de 10 mil contratos de swap cambial (US$ 500 milhões), no início da tarde, não conteve a escalada do dólar acima de 2%. Já o euro comercial avançou 1,36%, para R$ 5,51 para a venda.
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