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Atividades turísticas em Pernambuco crescem, mas não recuperam perdas

Publicado em: 13/01/2021 18:20

Entre fatores que puxaram a queda está recuo na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo. (Foto: Pixabay/Reprodução)
Entre fatores que puxaram a queda está recuo na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo. (Foto: Pixabay/Reprodução)

O volume de serviços voltado às atividades turísticas apresentou crescimento de 11,8% em Pernambuco em novembro de 2020, dividindo com a Bahia, que teve o mesmo desempenho, a maior alta entre os 12 estados analisados pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE. O resultado foi acima da média nacional, que teve incremento de 7,6% entre outubro e novembro. Apesar do resultado positivo no estado, os impactos negativos causados pela pandemia do coronavírus não foram recuperados. No acumulado do ano, a retração em Pernambuco chegou a 40,7%, o pior entre os estados. Já na variação com base no mesmo mês de 2019, o recuo no estado foi de 18,1%, menos intenso do que a média nacional, que retraiu 29,6%.

O Brasil registrou, em novembro, alta de 7,6% em comparação com outubro, sendo a sétima taxa positiva consecutiva. A média nacional acumulou ganho de 120% no período. Mas, para retomar o patamar de fevereiro de 2020, período antes das medidas restritivas impostas pela pandemia do coronavírus, o turismo nacional precisaria avançar 42,8%. O país ainda teve queda nas atividades turísticas de 29,6% na comparação com novembro de 2019, sendo a nona taxa negativa seguida, pressionada, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo; restaurantes; hotéis; rodoviário coletivo de passageiros; serviços de bufê; agências de viagens; e locação de automóveis.

A queda de 37,4% na média nacional entre janeiro e novembro do ano passado foi puxada, principalmente, pelos ramos de restaurantes; transporte aéreo; hotéis; rodoviário coletivo de passageiros; catering, bufê e outros serviços de comida preparada; e agências de viagens. Houve quedas nos 12 locais investigados, com destaque para São Paulo (-40,3%), Rio de Janeiro (-31,1%), Minas Gerais (-35,8%), Bahia (-39,6%) e Rio Grande do Sul (-43,9%).

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