{"id":40470,"date":"2026-11-06T11:20:00","date_gmt":"2026-11-06T14:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=40470"},"modified":"2026-11-06T11:20:00","modified_gmt":"2026-11-06T14:20:00","slug":"aos-108-anos-brasileiro-que-lutou-na-segunda-guerra-mundial-vive-em-pernambuco-e-e-o-veterano-mais-velho-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aos-108-anos-brasileiro-que-lutou-na-segunda-guerra-mundial-vive-em-pernambuco-e-e-o-veterano-mais-velho-do-pais\/","title":{"rendered":"Aos 108 anos, brasileiro que lutou na Segunda Guerra Mundial vive em Pernambuco e \u00e9 o veterano mais velho do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pernambucano Joaquim Patr\u00edcio de Ara\u00fajo completou 108 anos com uma hist\u00f3ria que atravessa d\u00e9cadas de trabalho, fam\u00edlia e resili\u00eancia. O ex-combatente da For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira (FEB) \u00e9 reconhecido como o veterano vivo mais idoso da Segunda Guerra Mundial no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma distin\u00e7\u00e3o que marca n\u00e3o apenas sua idade avan\u00e7ada, mas tamb\u00e9m o legado de uma gera\u00e7\u00e3o que participou de um dos momentos mais decisivos da hist\u00f3ria. Sua trajet\u00f3ria come\u00e7ou em agosto de 1943, quando ingressou no Ex\u00e9rcito Brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s o treinamento, foi incorporado ao 4\u00ba Escal\u00e3o da For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira, embarcando para a It\u00e1lia em novembro de 1944 no navio americano General Meigs. Durante a campanha italiana, serviu no 1\u00ba Regimento de Infantaria e participou da batalha de Monte Castello, sua primeira batalha e um dos epis\u00f3dios centrais da presen\u00e7a militar brasileira no teatro europeu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Do front ao retorno \u00e0 vida civil<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A volta ao Brasil ocorreu em agosto de 1945, encerrando um cap\u00edtulo importante de sua vida. Ele deixou N\u00e1poles em 12 de agosto e chegou ao Rio de Janeiro em 22 de agosto. Joaquim reconstruiu sua trajet\u00f3ria profissional contribuindo para o Departamento Nacional de Endemias Rurais e, posteriormente, trabalhando no setor de estiva do Porto de Recife, onde enfrentava desafios f\u00edsicos di\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1948, casou-se com Carmelita Alves de Ara\u00fajo, e os dois viveram 76 anos juntos, formando uma fam\u00edlia com quatro filhas, seis netos e quatro bisnetos. Carmelita morreu em novembro de 2024, um dia antes de completar 100 anos, e deixou uma descend\u00eancia que hoje atravessa v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os segredos da longevidade<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Viver mais de um s\u00e9culo est\u00e1 associado a uma combina\u00e7\u00e3o de elementos: gen\u00e9tica, acesso a cuidados de sa\u00fade e, tamb\u00e9m, os h\u00e1bitos constru\u00eddos ao longo da vida. Pesquisas indicam que alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, atividade f\u00edsica regular, aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade mental e relacionamentos familiares s\u00f3lidos contribuem para um envelhecimento mais saud\u00e1vel e com melhor qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Joaquim integra um grupo de brasileiros que chegaram a idades muito avan\u00e7adas. Yolanda Beltr\u00e3o de Azevedo, com 115 anos, \u00e9 a terceira pessoa mais velha do pa\u00eds, e Beatriz Ferreira Duarte, tamb\u00e9m com 115 anos, \u00e9 a segunda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sua trajet\u00f3ria serve como testemunho de uma gera\u00e7\u00e3o que construiu suas vidas com resili\u00eancia e continua vivendo no tempo presente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s 76 anos de casamento, quatro filhas e v\u00e1rios netos e bisnetos, Joaquim segue como exemplo de longevidade e de uma gera\u00e7\u00e3o marcada pela resili\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":40469,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-40470","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40470","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40470"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40470\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40479,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40470\/revisions\/40479"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40469"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40470"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40470"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40470"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}