{"id":40160,"date":"2026-11-02T10:15:00","date_gmt":"2026-11-02T13:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=40160"},"modified":"2026-11-02T10:15:00","modified_gmt":"2026-11-02T13:15:00","slug":"como-sao-fabricadas-as-estatuas-da-havan-replicas-da-estatua-da-liberdade-que-chamam-atencao-pelo-tamanho-nas-entradas-das-lojas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/como-sao-fabricadas-as-estatuas-da-havan-replicas-da-estatua-da-liberdade-que-chamam-atencao-pelo-tamanho-nas-entradas-das-lojas\/","title":{"rendered":"Como s\u00e3o fabricadas as est\u00e1tuas da Havan, r\u00e9plicas da Est\u00e1tua da Liberdade que chamam aten\u00e7\u00e3o pelo tamanho nas entradas das lojas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma r\u00e9plica da Est\u00e1tua da Liberdade desabou em Gua\u00edba, no Rio Grande do Sul, no \u00faltimo ano, derrubada por rajadas que passaram dos 90 km\/h e castigaram a regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. A estrutura tinha 24 metros de altura, apoiada sobre uma base de 11 metros, e o epis\u00f3dio voltou a chamar aten\u00e7\u00e3o para esse tipo de monumento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A est\u00e1tua era feita de fibra de vidro e saiu das m\u00e3os de uma fabricante catarinense sediada em Cambori\u00fa. A ideia nasceu em 1995, quando o garoto Rafain, ent\u00e3o com sete anos e morador de Brusque, prop\u00f4s a Luciano Hang a instala\u00e7\u00e3o de uma Est\u00e1tua da Liberdade diante de uma das lojas, que j\u00e1 seguia a Casa Branca como refer\u00eancia arquitet\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Do tamanho e da fabrica\u00e7\u00e3o das est\u00e1tuas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta agradou, e a primeira est\u00e1tua foi inaugurada naquele ano. Desde ent\u00e3o, ela se tornou uma marca visual da rede Havan. O tamanho-padr\u00e3o \u00e9 de aproximadamente 37 metros, mas h\u00e1 varia\u00e7\u00f5es conforme a localiza\u00e7\u00e3o da loja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Barra Velha, Santa Catarina, uma das r\u00e9plicas chega a 57 metros e \u00e9 a maior do Brasil. A fabrica\u00e7\u00e3o de cada estrutura leva entre 25 e 30 dias e envolve seis empresas na cadeia produtiva. Atualmente, pelo menos 70 est\u00e1tuas semelhantes est\u00e3o distribu\u00eddas nas lojas da Havan no pa\u00eds, todas com Anota\u00e7\u00e3o de Responsabilidade T\u00e9cnica registrada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Incidentes com as estruturas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O incidente ocorrido em Gua\u00edba aconteceu enquanto a Defesa Civil do Rio Grande do Sul mantinha alerta vermelho para tempestades. Segundo a Havan, ningu\u00e9m ficou ferido e n\u00e3o houve preju\u00edzo a terceiros. T\u00e9cnicos foram chamados para remover a estrutura, enquanto o local permaneceu isolado por motivos de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A filial funcionava desde 2020, e a empresa disse que far\u00e1 uma vistoria t\u00e9cnica para apurar as causas do incidente e definir as pr\u00f3ximas medidas. Segundo a Havan, a prioridade \u00e9 a seguran\u00e7a de clientes, colaboradores e da comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dos riscos clim\u00e1ticos, as est\u00e1tuas tamb\u00e9m enfrentam vandalismo, e em 23 de setembro, uma r\u00e9plica em Petrolina, Pernambuco, foi incendiada. C\u00e2meras de seguran\u00e7a registraram dois homens chegando ao local por volta das 2 horas da madrugada e ateando fogo ao monumento. Cerca de uma hora ap\u00f3s o in\u00edcio do inc\u00eandio, \u00e0s 3h14, o fogo j\u00e1 tinha avan\u00e7ado at\u00e9 um terreno vizinho ao estabelecimento, quando os bombeiros foram finalmente chamados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luciano Hang informou ao ABC Mais que esta foi a terceira vez que atearam fogo \u00e0s est\u00e1tuas da rede. Os casos anteriores ocorreram em S\u00e3o Carlos (S\u00e3o Paulo) e Porto Velho (Rond\u00f4nia) e n\u00e3o foram solucionados. O empres\u00e1rio descreveu a a\u00e7\u00e3o como um ato de intoler\u00e2ncia e um ataque ao direito de pensar diferente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Criticou a impunidade nos casos anteriores e divulgou o n\u00famero 0800-517-0051 para den\u00fancias sobre os criminosos. A Havan informou que colaborar\u00e1 com as autoridades para que as investiga\u00e7\u00f5es avancem o mais r\u00e1pido poss\u00edvel e os respons\u00e1veis sejam identificados e responsabilizados.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que Luciano Hang chama de intoler\u00e2ncia nos ataques \u00e0s est\u00e1tuas?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o empres\u00e1rio, os inc\u00eandios das est\u00e1tuas representam mais do que dano material a um s\u00edmbolo da marca. Hang os considera um ataque ao direito de pensar diferente e \u00e0 liberdade de express\u00e3o. Para ele, esses atos refletem uma sociedade que n\u00e3o aceita o contradit\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As est\u00e1tuas, por isso, representam o que a empresa acredita, e a empresa usa Liberdade como lema. O empres\u00e1rio ressaltou que a impunidade dos tr\u00eas casos anteriores (Petrolina, S\u00e3o Carlos e Porto Velho) agrava a percep\u00e7\u00e3o de que atos de \u00f3dio n\u00e3o est\u00e3o sendo coibidos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresa atribui os inc\u00eandios a atos de intoler\u00e2ncia e divulga n\u00famero para den\u00fancias sobre os respons\u00e1veis.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":40159,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-40160","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40160","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40160"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40160\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40257,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40160\/revisions\/40257"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40159"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40160"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40160"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40160"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}