{"id":40078,"date":"2026-10-29T21:12:00","date_gmt":"2026-10-30T00:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=40078"},"modified":"2026-10-29T12:39:29","modified_gmt":"2026-10-29T15:39:29","slug":"tomate-italiano-ou-longa-vida-entenda-o-que-muda-na-textura-e-qual-escolher-para-preparar-molho-ou-servir-na-salada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/tomate-italiano-ou-longa-vida-entenda-o-que-muda-na-textura-e-qual-escolher-para-preparar-molho-ou-servir-na-salada\/","title":{"rendered":"Tomate italiano ou longa vida: entenda o que muda na textura e qual escolher para preparar molho ou servir na salada"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Escolher o tomate certo na feira muda o resultado final do prato. Cada variedade tem caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de sabor, textura e acidez, que influenciam o preparo de saladas e molhos. Tomates mais aguados ficam alaranjados no preparo dos molhos, enquanto variedades secas duram menos na geladeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entender essas diferen\u00e7as ajuda a escolher o tomate para uma salada fresca ou uma macarronada com molho vermelho intenso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tomates ideais para saladas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qualquer tomate pode ser usado em saladas, mas cada variedade oferece uma experi\u00eancia diferente. O carmem \u00e9 o mais comum, aquele encontrado em qualquer mercado, e seu sabor suave combina com uma salada refrescante. \u00c9 muito aguado e n\u00e3o tem sabor marcante, e por isso, n\u00e3o funciona em molhos e deixa a prepara\u00e7\u00e3o alaranjada, e sua principal vantagem \u00e9 durar muito tempo na geladeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O caqui tem formato parecido com o do carmem, mas sabor mais \u00e1cido e fresco, com pouca do\u00e7ura. Assim como o carmem, n\u00e3o \u00e9 indicado para molhos, exceto o molho \u00e0 campanha. J\u00e1 o holand\u00eas, vendido com o ramo ainda preso, \u00e9 mais doce e combina com quem prefere menos acidez na salada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse caso, observe se o ramo est\u00e1 amarronzado antes de comprar. O cereja, aquele menorzinho, traz um toque especial em saladas e fica excelente quando confitado com alho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tomates para molhos: D\u00e9bora e italiano em destaque<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para molhos, dois tipos se destacam: o d\u00e9bora e o italiano. O d\u00e9bora \u00e9 mais alongado, lembra o italiano e fica entre o carmem e o italiano: \u00e9 menos \u00e1cido que o primeiro, mas tem mais sementes. As sementes aumentam a acidez do molho, e remova-as se quiser um tempero mais suave desde o in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tomate italiano \u00e9 o mais indicado para molhos, e \u00e9 mais carnudo e tem menos sementes, o que resulta em uma prepara\u00e7\u00e3o mais encorpada, densa e de sabor marcante. Diferentemente do carmem, que deixa o molho alaranjado e aguado, o italiano produz um resultado mais tradicional e concentrado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tomate d\u00e9bora \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o vers\u00e1til para saladas e molhos. Normalmente mais barato que o italiano, oferece qualidade pr\u00f3xima \u00e0 dele nos molhos, embora chefs considerem seu uso mais apropriado nas saladas. Assim, a escolha depende do preparo: o carmem e o holand\u00eas combinam mais com saladas, enquanto o italiano e o d\u00e9bora funcionam melhor nos molhos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escolha certa do tomate garante molhos mais encorpados e saladas mais refrescantes, conforme o tipo de preparo desejado.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":40077,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-40078","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40078","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40078"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40078\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40079,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40078\/revisions\/40079"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40077"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40078"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40078"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40078"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}