{"id":39711,"date":"2026-10-22T22:15:00","date_gmt":"2026-10-23T01:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=39711"},"modified":"2026-10-22T22:15:00","modified_gmt":"2026-10-23T01:15:00","slug":"8-carros-da-chevrolet-que-aumentaram-o-preco-no-brasil-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/8-carros-da-chevrolet-que-aumentaram-o-preco-no-brasil-em-2026\/","title":{"rendered":"8 carros da Chevrolet que aumentaram o pre\u00e7o no Brasil em 2026"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Chevrolet reajustou os pre\u00e7os de oito modelos no Brasil na \u00faltima ter\u00e7a-feira, 20. O aumento atingiu desde o compacto Onix at\u00e9 modelos maiores, como Montana, Tracker, Spin, S10, Sonic e Equinox. Os modelos chineses Spark EUV e Captiva EV, al\u00e9m da Silverado e dos SUVs Blazer EV e Trailblazer, ficaram fora da tabela revisada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Equinox teve o maior reajuste absoluto entre os dois segmentos em que \u00e9 vendido. O SUV saiu de R$ 291.290 e chegou a R$ 296.090, uma diferen\u00e7a de R$ 4.800. As duas vers\u00f5es dispon\u00edveis, Activ e RS, mant\u00eam o mesmo pre\u00e7o de tabela, apesar das diferen\u00e7as de equipamentos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Montana: cinco aumentos em cascata<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A picape Montana teve a maior variedade de reajustes entre os modelos afetados. A vers\u00e3o base Sem Nome subiu R$ 1.900 e passou a custar R$ 134.990, o maior aumento percentual da linha. A LTZ recebeu o mesmo acr\u00e9scimo e agora custa R$ 157.990, enquanto a LT ficou R$ 1.600 mais cara e chegou a R$ 140.990.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As vers\u00f5es RS e Premier receberam o mesmo aumento, de R$ 1.800, embora tenham pre\u00e7os distintos. Com isso, a RS alcan\u00e7ou R$ 173.190 e a Premier chegou a R$ 165.990. Os reajustes crescem conforme o posicionamento das vers\u00f5es no cat\u00e1logo, refletindo a estrat\u00e9gia da marca para diferentes segmentos de mercado.<\/p>\n\n\n\n\r\n\r\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"NOVA CHEVROLET MONTANA 2026 VALE A PENA? \ud83d\ude31\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uxsoSHXy58A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\r\n\r\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onix e Onix Plus: reajustes seletivos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Onix manteve tr\u00eas vers\u00f5es sem aumento: Log, Sem Nome Turbo Manual e Eco Turbo autom\u00e1tica continuam com o mesmo pre\u00e7o. O modelo parte de R$ 99.990, e j\u00e1 a vers\u00e3o topo de linha sobe para R$ 122.490, diferen\u00e7a que reflete a segmenta\u00e7\u00e3o interna da gama hatch.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A vers\u00e3o Sem Nome 1.0 aspirada subiu R$ 1.100 e agora custa R$ 103.990. Pro e Sem Nome Turbo autom\u00e1tica receberam o mesmo acr\u00e9scimo e chegaram a R$ 105.490 e R$ 105.790, respectivamente. A Activ ficou R$ 1.200 mais cara, alcan\u00e7ando R$ 117.390. As vers\u00f5es de topo, Premier e RS, subiram R$ 1.300 cada e chegaram a R$ 122.490.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No sed\u00e3 Onix Plus, apenas a Eco Turbo autom\u00e1tica escapou do reajuste e manteve o pre\u00e7o de R$ 103.990. A Sem Nome 1.0 manual recebeu o maior aumento da linha: subiu R$ 2.700 e passou a custar R$ 112.790. Com isso, ficou mais cara que a Sem Nome Turbo manual, que subiu R$ 1.100 e chegou a R$ 110.090.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O LTZ Turbo autom\u00e1tico alcan\u00e7ou R$ 121.390 com reajuste de R$ 1.200, enquanto a Premier, topo de linha, custa agora R$ 126.590, depois de encarecer R$ 1.300.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">S10: caminhonete com reajustes acima de R$ 4 mil<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A caminhonete S10 concentra alguns dos maiores aumentos absolutos do reajuste. O modelo agora parte de R$ 259.990 na vers\u00e3o WT Chassi, que subiu R$ 4.400 \u2014 a maior eleva\u00e7\u00e3o da gama. A WT com cabine simples alcan\u00e7ou R$ 268.990 ap\u00f3s encarecer R$ 3.300, enquanto a cabine dupla manual passou a R$ 290.190 com aumento de R$ 4.300.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A WT autom\u00e1tica com cabine dupla custa agora R$ 307.690, ap\u00f3s um reajuste de R$ 3.100. A Z71 encareceu R$ 3.300 e chegou a R$ 328.590. A LTZ recebeu aumento de R$ 3.800 e alcan\u00e7ou R$ 337.490. Trail Boss e High Country ficaram R$ 3.500 mais caras e chegaram a R$ 344.790 e R$ 352.290, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sequ\u00eancia de reajustes acompanha a hierarquia de equipamentos e motoriza\u00e7\u00e3o entre as configura\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que alguns modelos escaparam do reajuste<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Chevrolet n\u00e3o incluiu na tabela revisada os modelos chineses Spark EUV e Captiva EV, a Silverado e os SUVs Blazer EV e Trailblazer. Essa escolha sugere uma estrat\u00e9gia de prote\u00e7\u00e3o de segmentos espec\u00edficos: os el\u00e9tricos e a caminhonete premium n\u00e3o tiveram aumento, enquanto modelos de maior volume e mais tradicionais foram reajustados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com isso, a marca preservou sua competitividade em nichos onde n\u00e3o quer perder clientes. Nem toda vers\u00e3o de um mesmo modelo recebeu aumento, e no Onix, as vers\u00f5es Log, Sem Nome Turbo Manual e Eco Turbo autom\u00e1tica mantiveram os pre\u00e7os anteriores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Onix Plus teve a Eco Turbo autom\u00e1tica preservada, e a Spin manteve a Sem Nome autom\u00e1tica no mesmo valor. Essas exce\u00e7\u00f5es ocorrem justamente nas vers\u00f5es de entrada, sinalizando que a marca decidiu manter alguma acessibilidade nos pontos de partida de cada gama.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o Onix Plus Sem Nome 1.0 ficou mais caro que a vers\u00e3o Turbo?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O aumento de R$ 2.700 na Sem Nome 1.0 manual elevou seu pre\u00e7o a R$ 112.790, acima da Sem Nome Turbo manual que subiu apenas R$ 1.100 e ficou em R$ 110.090. Essa invers\u00e3o paradoxal, conforme apontado pela pr\u00f3pria an\u00e1lise, sugere que o reajuste n\u00e3o seguiu uma l\u00f3gica uniforme entre motoriza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Possivelmente reflete estrat\u00e9gias diferentes por tipo de combust\u00edvel ou c\u00e2mbio, n\u00e3o por equipamento ou pot\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chevrolet preservou acessibilidade em vers\u00f5es de entrada mantendo pre\u00e7os iguais em alguns modelos como Onix e Spin.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":39710,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-39711","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39711","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39711"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39711\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39733,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39711\/revisions\/39733"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39710"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39711"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39711"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39711"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}