{"id":39493,"date":"2026-10-24T08:35:00","date_gmt":"2026-10-24T11:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=39493"},"modified":"2026-10-24T09:41:27","modified_gmt":"2026-10-24T12:41:27","slug":"cidade-do-alasca-reune-a-maioria-dos-moradores-no-mesmo-predio-com-lojas-e-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/cidade-do-alasca-reune-a-maioria-dos-moradores-no-mesmo-predio-com-lojas-e-igreja\/","title":{"rendered":"Cidade do Alasca re\u00fane a maioria dos moradores no mesmo pr\u00e9dio, com lojas e igreja"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Whittier, no Alasca, boa parte da vida cotidiana acontece dentro de um \u00fanico edif\u00edcio. A maioria dos cerca de 300 moradores vive nas Begich Towers, uma constru\u00e7\u00e3o de 14 andares que tamb\u00e9m concentra servi\u00e7os e espa\u00e7os comunit\u00e1rios. A estrutura foi erguida para uso militar e, depois que o Ex\u00e9rcito deixou a regi\u00e3o, passou a abrigar resid\u00eancias e atividades da cidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Antigo alojamento militar virou condom\u00edni<\/strong>o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As Begich Towers foram constru\u00eddas no fim da d\u00e9cada de 1950 como alojamento do Ex\u00e9rcito dos Estados Unidos. Hoje, o pr\u00e9dio re\u00fane apartamentos, mercado, correios, lavanderia e uma igreja. Para muitos moradores, isso significa ter servi\u00e7os essenciais a poucos passos de casa, sem precisar sair do edif\u00edcio para resolver tarefas do dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A concentra\u00e7\u00e3o de moradores tem rela\u00e7\u00e3o com a hist\u00f3ria e a geografia de Whittier. A cidade fica cercada por montanhas, \u00e0 beira do estreito Prince William Sound, e tem poucas \u00e1reas dispon\u00edveis para constru\u00e7\u00e3o. O pr\u00e9dio militar permaneceu como uma das principais op\u00e7\u00f5es de moradia depois da sa\u00edda das tropas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>T\u00fanel liga a cidade ao restante do Alasca<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Whittier tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o pelo acesso terrestre: a estrada atravessa o t\u00fanel Anton Anderson, com cerca de 4,3 quil\u00f4metros, que passa por dentro de uma montanha e tamb\u00e9m \u00e9 usado por trens. O tr\u00e1fego de ve\u00edculos funciona em hor\u00e1rios alternados, o que torna necess\u00e1rio conferir a programa\u00e7\u00e3o antes de viajar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A escola local fica fora das torres, mas uma passagem subterr\u00e2nea conecta o edif\u00edcio ao estabelecimento de ensino. O trajeto permite que estudantes cheguem \u00e0s aulas sem enfrentar as condi\u00e7\u00f5es do lado de fora em dias de mau tempo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Comunidade pequena recebe visitantes<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora tenha poucos moradores permanentes, Whittier recebe turistas atra\u00eddos pelo porto, pelas geleiras e pelas atividades ao ar livre no Prince William Sound. No ver\u00e3o, cruzeiros, passeios de barco, pesca e trilhas movimentam a regi\u00e3o. Assim, o munic\u00edpio combina uma rotina comunit\u00e1ria concentrada nas Begich Towers com o fluxo sazonal de viajantes que chegam para explorar a paisagem do Alasca.\u00a0<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Whittier, no Alasca, boa parte da vida cotidiana acontece dentro de um \u00fanico edif\u00edcio. A maioria dos cerca de 300 moradores vive nas Begich Towers, uma constru\u00e7\u00e3o de 14 andares que tamb\u00e9m concentra servi\u00e7os e espa\u00e7os comunit\u00e1rios. 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