{"id":39234,"date":"2026-10-17T13:31:00","date_gmt":"2026-10-17T16:31:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=39234"},"modified":"2026-10-17T13:31:00","modified_gmt":"2026-10-17T16:31:00","slug":"3-maiores-animais-do-pantanal-sul-tamanho-e-caracteristicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/3-maiores-animais-do-pantanal-sul-tamanho-e-caracteristicas\/","title":{"rendered":"3 maiores animais do Pantanal Sul: tamanho e caracter\u00edsticas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Pantanal do Mato Grosso do Sul abriga os maiores representantes de nove esp\u00e9cies animais que se tornaram estrelas dos saf\u00e1ris fotogr\u00e1ficos da regi\u00e3o. Ao contr\u00e1rio dos famosos Big 5 africanos \u2014 le\u00e3o, leopardo, elefante, rinoceronte e b\u00fafalo \u2014, a plan\u00edcie pantaneira tem seus pr\u00f3prios gigantes: on\u00e7a-pintada, tamandu\u00e1-bandeira, cervo-de-pantanal, anta, capivara, ema, ariranha, sucuri-amarela e tuiui\u00fa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por ser a maior plan\u00edcie alag\u00e1vel do mundo, o Pantanal re\u00fane condi\u00e7\u00f5es para abrigar esp\u00e9cies de tamanho extraordin\u00e1rio. Esses animais vivem livres e protegidos em seu habitat natural, o que permite aos visitantes observar a fauna sem os riscos da ca\u00e7a predat\u00f3ria presente em outros continentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com isso, ressaltaremos 3 animais que se destacam com as caracter\u00edsticas citadas e como se enquadram no Pantanal.<\/p>\n\n\n\n\r\n\r\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pantanal: Segredos do Imp\u00e9rio Selvagem da Am\u00e9rica do Sul\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KQCUhLA6J9o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\r\n\r\n\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">On\u00e7a-pintada: o felino supremo das Am\u00e9ricas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Maior felino do continente americano e terceiro maior do mundo, a on\u00e7a-pintada alcan\u00e7a entre 1,10 e 1,58 metros de comprimento e cerca de 70 cent\u00edmetros de altura. Machos adultos podem pesar de 61 a 158 quilogramas e vivem aproximadamente 12 anos na natureza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cerca de 13 mil on\u00e7as habitam o Pantanal, mas a esp\u00e9cie consta da Lista de Esp\u00e9cies da Fauna Brasileira Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o, elaborada pelo ICMBio. Seu papel no ecossistema \u00e9 manter o equil\u00edbrio das popula\u00e7\u00f5es de suas presas e evitar desequil\u00edbrios que poderiam comprometer toda a cadeia alimentar local.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tamandu\u00e1-bandeira: o formigueiro gigante<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tamandu\u00e1-bandeira \u00e9 o maior de todos os tamandu\u00e1s e recebe esse nome por causa da cauda imponente, semelhante a uma bandeira. A cauda mede entre 65 e 90 cent\u00edmetros, enquanto o corpo tem de 1,00 a 1,40 metro de comprimento e cerca de 60 cent\u00edmetros de altura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um macho adulto pesa entre 35 e 45 quilogramas e pode viver at\u00e9 16 anos na natureza. O animal consome at\u00e9 30 mil formigas por dia, e quando amea\u00e7ado, apoia-se nas patas traseiras, abre os bra\u00e7os para exibir as garras afiadas e espera a investida do predador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O abra\u00e7o do tamandu\u00e1-bandeira \u00e9 poderoso o suficiente para matar uma on\u00e7a-pintada, que o evita por causa da subst\u00e2ncia t\u00f3xica presente em sua carne.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cervo-de-pantanal: o cerv\u00eddeo das \u00e1guas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Maior esp\u00e9cie de cerv\u00eddeo da Am\u00e9rica do Sul, o cervo-de-pantanal destaca-se pela adapta\u00e7\u00e3o aos ambientes alagados. Suas patas alongadas possuem membranas entre os cascos que distribuem o peso do animal, o que facilita a corrida e o deslocamento sobre \u00e1guas com at\u00e9 meio metro de profundidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O animal alcan\u00e7a de 1,15 a 1,30 metro de altura e cerca de 1,90 metro de comprimento, com peso entre 100 e 150 quilogramas na fase adulta. Apenas os machos possuem chifres, com uma haste de at\u00e9 60 cent\u00edmetros de comprimento e entre 8 e 12 pontas no total.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele pode ser avistado especialmente no final da tarde, durante os saf\u00e1ris fotogr\u00e1ficos pelo Pantanal Sul.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Outros gigantes pantaneiros amea\u00e7ados<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A anta, a capivara, a ema, a ariranha e a sucuri completam a lista dos maiores representantes de suas esp\u00e9cies nas Am\u00e9ricas ou no mundo. A ariranha pode medir at\u00e9 1,80 metro de comprimento, e j\u00e1 o cervo-de-pantanal pode pesar at\u00e9 130 quilos e ultrapassar os 2 metros de comprimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses cinco animais tamb\u00e9m enfrentam amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o e recebem prote\u00e7\u00e3o nas fazendas pantaneiras. Cada um contribui de forma singular para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico da regi\u00e3o e pode ser observado em seu habitat natural no Pantanal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esses gigantes pantaneiros enfrentam amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o, mas recebem prote\u00e7\u00e3o nas fazendas da regi\u00e3o e podem ser observados em seu habitat natural.<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":39233,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-39234","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39234","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39234"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39234\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39341,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39234\/revisions\/39341"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39233"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39234"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39234"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39234"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}