{"id":39043,"date":"2026-10-13T17:10:00","date_gmt":"2026-10-13T20:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=39043"},"modified":"2026-10-13T17:10:00","modified_gmt":"2026-10-13T20:10:00","slug":"aparelho-de-musculacao-quebra-durante-exercicio-e-causa-lesao-quem-paga-o-tratamento-caso-aconteceu-em-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aparelho-de-musculacao-quebra-durante-exercicio-e-causa-lesao-quem-paga-o-tratamento-caso-aconteceu-em-fevereiro\/","title":{"rendered":"Aparelho de muscula\u00e7\u00e3o quebra durante exerc\u00edcio e causa les\u00e3o: quem paga o tratamento? Caso aconteceu em fevereiro"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma academia do estado de Mato Grosso foi condenada a indenizar um aluno ferido ao usar um equipamento defeituoso. O Tribunal de Justi\u00e7a manteve a responsabilidade da empresa pelos danos materiais e morais. A decis\u00e3o confirma que a falha no aparelho obriga o estabelecimento a arcar com os custos do tratamento e com a indeniza\u00e7\u00e3o pela les\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O acidente ocorreu quando o equipamento apresentou instabilidade durante o exerc\u00edcio e atingiu o rosto do aluno. As les\u00f5es exigiram atendimento m\u00e9dico e odontol\u00f3gico, e a academia foi condenada reembolsar as despesas, conforme decis\u00e3o da Terceira C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Responsabilidade sem prova de culpa<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A empresa tentou recorrer da senten\u00e7a original, mas o tribunal entendeu que o defeito no aparelho estava comprovado e bastava para condenar a academia. Segundo a desembargadora Antonia Siqueira Gon\u00e7alves, relatora do caso, academias respondem objetivamente pelos danos. Isso significa que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio provar neglig\u00eancia intencional da empresa, apenas demonstrar que o servi\u00e7o falhou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A lei protege consumidores em atividades de risco dentro de estabelecimentos comerciais. O argumento de que o aluno estava acompanhado por um personal trainer particular n\u00e3o reduz a obriga\u00e7\u00e3o da academia de manter os equipamentos seguros. A presen\u00e7a de um profissional independente n\u00e3o transfere para ele a responsabilidade que pertence ao propriet\u00e1rio do local.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Obriga\u00e7\u00f5es da empresa mantidas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tribunal determinou que a academia rescinda o contrato sem cobrar multa de fidelidade e reconheceu que o acidente comprometeu a confian\u00e7a entre as partes. A empresa deve reembolsar todas as despesas com tratamento e exames m\u00e9dicos feitos ap\u00f3s a les\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais foi fixada em R$ 8 mil. O tribunal considerou que o caso foi al\u00e9m de um simples aborrecimento: envolveu les\u00f5es f\u00edsicas, atendimento de urg\u00eancia e impacto psicol\u00f3gico documentado. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime entre os desembargadores. O processo n\u00ba 1046171-18.2025.8.11.0041 foi julgado pela Terceira C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso condenou a academia a indenizar o aluno em R$ 8 mil por danos morais al\u00e9m de reembolsar despesas m\u00e9dicas.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":39042,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-39043","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39043","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39043"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39043\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39066,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39043\/revisions\/39066"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39042"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39043"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39043"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39043"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}