{"id":38903,"date":"2026-10-09T22:14:00","date_gmt":"2026-10-10T01:14:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=38903"},"modified":"2026-10-09T22:14:00","modified_gmt":"2026-10-10T01:14:00","slug":"aos-70-anos-ratinho-e-dono-de-9-fazendas-usadas-pela-familia-como-refugio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aos-70-anos-ratinho-e-dono-de-9-fazendas-usadas-pela-familia-como-refugio\/","title":{"rendered":"Aos 70 anos, Ratinho \u00e9 dono de 9 fazendas usadas pela fam\u00edlia como ref\u00fagio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com quase 200 mil hectares espalhados por diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds, o apresentador Ratinho acumulou um dos maiores imp\u00e9rios rurais entre celebridades brasileiras. Aos 70 anos, o comunicador construiu esse patrim\u00f4nio fora dos est\u00fadios do SBT e se tornou um dos maiores latifundi\u00e1rios do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde o in\u00edcio da carreira televisiva, Carlos Roberto Massa, conhecido Ratinho, reinveste sistematicamente seus ganhos em bens de valor duradouro. Hoje, sua fortuna no agroneg\u00f3cio sustenta uma atividade econ\u00f4mica fora da televis\u00e3o, e as nove fazendas funcionam tamb\u00e9m como espa\u00e7o de conviv\u00eancia familiar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fazendas no Paran\u00e1: produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, soja e milho<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas propriedades no Paran\u00e1 ocupam um lugar especial para o apresentador. Uma delas \u00e9 a Fazenda Ubatuba, em Apucarana, tem tamb\u00e9m um valor sentimental: aos 15 anos, Ratinho foi impedido de jogar bola no local por n\u00e3o ter chuteiras. D\u00e9cadas depois, j\u00e1 consagrado no meio art\u00edstico, adquiriu a fazenda e a transformou em ref\u00fagio familiar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Fazenda Ubatuba \u00e9 avaliada em mais de R$ 80 milh\u00f5es. A propriedade tem mais de 1,3 milh\u00e3o de p\u00e9s de caf\u00e9 plantados em quase 500 hectares e combina o cultivo com uma estrutura de lazer que inclui \u00e1reas gourmet, uma capela hist\u00f3rica e lagos para pesca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 a Fazenda Costa Rica, tamb\u00e9m localizada no Paran\u00e1, complementa o portf\u00f3lio da fam\u00edlia com a produ\u00e7\u00e3o em larga escala de soja e milho. \u00c9 o bra\u00e7o agr\u00edcola mais rent\u00e1vel do apresentador na Regi\u00e3o Sul.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Poder territorial expandido na Regi\u00e3o Norte<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ratinho tem no Acre duas fazendas que, juntas, somam quase 190 mil hectares. A maior delas abrange 150 mil hectares de floresta preservada. Ao contr\u00e1rio do padr\u00e3o tradicional de desmatamento para pastagem, Ratinho manteve a vegeta\u00e7\u00e3o nativa e passou a investir em projetos de conserva\u00e7\u00e3o e cr\u00e9dito de carbono. Tamb\u00e9m deixou a pecu\u00e1ria intensiva de gado de corte e passou a se dedicar exclusivamente a commodities agr\u00edcolas, como soja, milho e caf\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em entrevista \u00e0 revista Caras, Ratinho atribuiu o sucesso de suas opera\u00e7\u00f5es rurais \u00e0 gest\u00e3o humanizada e \u00e0 divis\u00e3o de lucros com os funcion\u00e1rios de campo, a quem trata como parceiros de neg\u00f3cios. Essa trajet\u00f3ria consolidou um patrim\u00f4nio que supera o de muitos conglomerados agr\u00edcolas tradicionais e colocou Ratinho entre os nomes mais influentes do agroneg\u00f3cio nacional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ratinho se tornou um dos maiores latifundi\u00e1rios do Brasil com quase 200 mil hectares de propriedades distribu\u00eddas entre o Paran\u00e1 e o Acre.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":38902,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-38903","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38903","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38903"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38903\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38925,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38903\/revisions\/38925"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38902"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38903"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38903"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38903"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}