{"id":38863,"date":"2026-10-11T09:10:00","date_gmt":"2026-10-11T12:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=38863"},"modified":"2026-10-11T09:10:00","modified_gmt":"2026-10-11T12:10:00","slug":"maior-avestruz-do-mundo-fica-na-africa-e-mede-mais-de-2-metros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/maior-avestruz-do-mundo-fica-na-africa-e-mede-mais-de-2-metros\/","title":{"rendered":"Maior avestruz do mundo fica na \u00e1frica e mede mais de 2 metros"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O avestruz \u00e9 a maior ave viva do planeta e supera todas as demais esp\u00e9cies conhecidas em tamanho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas subesp\u00e9cies africanas dividem os recordes: a do norte alcan\u00e7a at\u00e9 2,75 metros de altura, enquanto a do sul pode pesar at\u00e9 156 quilogramas. Cerca de 11 mil esp\u00e9cies de p\u00e1ssaros vivem atualmente na Terra, cada uma com caracter\u00edsticas pr\u00f3prias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As duas subesp\u00e9cies e seus registros<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas subesp\u00e9cies dessa esp\u00e9cie habitam a \u00c1frica: o avestruz comum e o avestruz da Som\u00e1lia. A subesp\u00e9cie do norte atinge 2,75 metros de altura \u2014 medida que inclui cabe\u00e7a e pesco\u00e7o \u2014, embora a m\u00e9dia fique pr\u00f3xima dos dois metros, e \u00e9 a ave mais alta conhecida, maior n\u00famero registrado entre a esp\u00e9cie no mundo at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"bob-video\" style=\"margin:18px 0\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ASYoEhUGyWo\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" loading=\"lazy\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 a subesp\u00e9cie meridional \u00e9 a mais pesada: indiv\u00edduos documentados chegaram a 156 quilogramas. Essa diferen\u00e7a mostra como o tamanho m\u00e1ximo pode variar dentro da mesma esp\u00e9cie, dependendo do ambiente em que as aves se desenvolvem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gigantes do passado distante<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta conheceu aves bem maiores em eras remotas. F\u00f3sseis da esp\u00e9cie pr\u00e9-hist\u00f3rica Dromornis stirtoni indicam que essas aves semelhantes ao emu podiam chegar a tr\u00eas metros de altura e pesar at\u00e9 500 quilogramas. A esp\u00e9cie viveu na Austr\u00e1lia entre 6 e 8 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As aves-elefante de Madagascar foram ainda maiores. Extintas h\u00e1 cerca de 1 mil anos, elas podiam pesar at\u00e9 1 mil quilogramas, segundo alguns relatos, e provavelmente foram as maiores aves que j\u00e1 habitaram a Terra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Recordistas entre as que voam<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as aves que ainda voam, a abetarda-do-kori \u00e9 a mais pesada, chegando a 19 quilogramas e a uma envergadura de at\u00e9 2,75 metros. Embora voem, as aves do sul da \u00c1frica passam a maior parte do tempo no ch\u00e3o, onde procuram larvas de insetos, besouros-do-esterco e uma variedade de gramas e sementes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A abetarda tamb\u00e9m est\u00e1 entre as aves mais pesadas, com machos que atingem cerca de 18 quilogramas. Essas aves conseguem voar apesar do peso, embora tentativas repetidas de fuga as exaurem. Existem 26 esp\u00e9cies de abetarda espalhadas pelo globo, e mais da metade est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, e a abetarda-comum foi recentemente classificada como em perigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Altura e envergadura extremas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as aves voadoras, o grou-da-\u00edndia \u00e9 o mais alto, atingindo at\u00e9 1,8 metro. A ave, de plumagem cinzenta e vermelha, vive no subcontinente indiano, no sudeste asi\u00e1tico e no norte da Austr\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses p\u00e1ssaros se reproduzem durante a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, e nessa \u00e9poca, os casais defendem seu territ\u00f3rio e constroem ninhos grandes com cani\u00e7o e grama amontoados em \u00e1guas rasas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os albatrozes det\u00eam o recorde de maior envergadura entre as aves marinhas. O albatroz-errante tem envergadura m\u00e9dia entre 2,5 e 3,5 metros, de uma ponta da asa \u00e0 outra. O maior registro da esp\u00e9cie chegou a 3,63 metros, e h\u00e1 relatos n\u00e3o confirmados de indiv\u00edduos com mais de quatro metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os maiores albatrozes modernos t\u00eam envergadura semelhante \u00e0 dos menores p\u00e1ssaros marinhos extintos da fam\u00edlia Pelagornithidae, cujos integrantes podiam atingir at\u00e9 6 metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses albatrozes migram at\u00e9 120 mil quil\u00f4metros por ano, circundando v\u00e1rias vezes o Oceano Ant\u00e1rtico. Suas asas longas e aerodin\u00e2micas permitem capturar o vento e percorrer grandes dist\u00e2ncias com efici\u00eancia energ\u00e9tica, o que os torna entre os animais mais adaptados ao voo de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00e9m, aves pr\u00e9-hist\u00f3ricas como a ave-elefante de Madagascar chegaram a pesar at\u00e9 mil quilogramas, sendo provavelmente as maiores que j\u00e1 habitaram a Terra.<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":38862,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-38863","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38863","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38863"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38863\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38975,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38863\/revisions\/38975"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38862"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38863"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38863"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38863"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}