{"id":38425,"date":"2026-10-01T16:18:00","date_gmt":"2026-10-01T19:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=38425"},"modified":"2026-10-01T16:18:00","modified_gmt":"2026-10-01T19:18:00","slug":"aos-73-anos-ele-escolheu-uma-vida-simples-em-meio-as-montanhas-longe-da-rotina-urbana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aos-73-anos-ele-escolheu-uma-vida-simples-em-meio-as-montanhas-longe-da-rotina-urbana\/","title":{"rendered":"Aos 73 anos, ele escolheu uma vida simples em meio \u00e0s montanhas, longe da rotina urbana"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de anos trabalhando com tecnologia na IBM, um italiano resolveu abandonar a vida profissional para morar sozinho em meio \u00e0s montanhas, em uma cabana situada nos Alpes R\u00e9ticos, no norte da It\u00e1lia, pr\u00f3xima \u00e0 cidade de Sondrio. Oreste Forno, de 73 anos, deixou para tr\u00e1s o ambiente corporativo e hoje depende de uma lareira para se aquecer, de uma nascente para se abastecer de \u00e1gua e de uma pequena placa solar para gerar energia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A escolha dele rompeu com d\u00e9cadas de rotina urbana ligada \u00e0 inform\u00e1tica. Mesmo abrindo m\u00e3o das facilidades que tinha antes, ele garante que n\u00e3o sente saudades do corre-corre urbano que marcava seu cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Da inform\u00e1tica para o isolamento nas montanhas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda jovem, na adolesc\u00eancia, Oreste teve o primeiro contato com aquela regi\u00e3o e se apaixonou pela paisagem alpina, o que despertou nele um gosto que duraria d\u00e9cadas. Com o tempo, o interesse pelo alpinismo o aproximou cada vez mais daquele cen\u00e1rio, que acabou se tornando seu lar. Ali, computadores e escrit\u00f3rios deram lugar a uma rotina ditada pelo clima e pelos recursos da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em depoimento ao canal do YouTube &#8220;The Pillow&#8221;, que documenta estilos de vida fora do padr\u00e3o convencional, Oreste Forno afirmou que o t\u00e9dio n\u00e3o faz parte de sua rotina nas montanhas e arriscou dizer que, caso o para\u00edso fosse parecido com aquele lugar, as pessoas se esfor\u00e7ariam ao m\u00e1ximo para conquist\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estrutura simples e contato direto com animais<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cabana \u00e9 modesta, mas atende \u00e0s necessidades b\u00e1sicas, e a lareira ocupa o centro da casa: aquece o ambiente e serve para preparar as refei\u00e7\u00f5es. A \u00e1gua vem diretamente de uma nascente pr\u00f3xima. A eletricidade, por sua vez, depende parcialmente da pequena placa solar instalada na propriedade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O isolamento tamb\u00e9m mudou a rela\u00e7\u00e3o do morador com os animais da regi\u00e3o. Ele acredita que os bichos se acostumaram com sua presen\u00e7a constante. Forno tamb\u00e9m contou que tem a sensa\u00e7\u00e3o de que os animais o reconhecem e, por isso, o aceitam como parte daquele ambiente. A conviv\u00eancia com a paisagem e o clima passou a ocupar o espa\u00e7o antes preenchido pela correria da cidade. Nos Alpes, ele diz ter encontrado sua pr\u00f3pria vers\u00e3o de para\u00edso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para ele, essa vida de isolamento e contato direto com a natureza \u00e9 sua pr\u00f3pria vers\u00e3o de para\u00edso.<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":38424,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-38425","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38425","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38425"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38425\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38444,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38425\/revisions\/38444"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38424"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38425"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38425"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38425"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}