{"id":37477,"date":"2026-09-18T17:15:00","date_gmt":"2026-09-18T20:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=37477"},"modified":"2026-09-18T17:15:00","modified_gmt":"2026-09-18T20:15:00","slug":"aos-30-anos-mulher-abandona-carreira-no-direito-para-passear-com-caes-e-hoje-ganha-milhares-a-mais-trabalhando-metade-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aos-30-anos-mulher-abandona-carreira-no-direito-para-passear-com-caes-e-hoje-ganha-milhares-a-mais-trabalhando-metade-do-tempo\/","title":{"rendered":"Aos 30 anos, mulher abandona carreira no Direito para passear com c\u00e3es e hoje ganha milhares a mais trabalhando metade do tempo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos 30 anos, Liz East, da Inglaterra, trocou seis anos de estudos universit\u00e1rios e uma carreira promissora no Direito por um trabalho diferente do que vivia: passear com c\u00e3es. A decis\u00e3o transformou sua vida financeira e agora, ela ganha milhares de reais a mais por m\u00eas trabalhando apenas metade das horas que dedicava ao escrit\u00f3rio de advocacia em Londres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de trocar de carreira, Liz passou seis anos na universidade com o sonho de se tornar advogada de defesa criminal. Na profiss\u00e3o, por\u00e9m, encontrou um ambiente que descreveu como &#8220;negativo e dif\u00edcil&#8221;. Os dias ultrapassavam 12 horas de trabalho, e o trajeto at\u00e9 Londres consumia mais de duas horas. Ela ainda enfrentava press\u00e3o constante para se manter relevante no meio corporativo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Da carreira de sonho \u00e0 insatisfa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como paralegista, Liz lidava com uma rotina intensa que inclu\u00eda tarefas administrativas, comparecimento a tribunais, visitas a pres\u00eddios e conversas com clientes. Em entrevista ao Dailymail, ela explicou que, ap\u00f3s quatro anos na profiss\u00e3o, percebeu que aquele n\u00e3o era o caminho certo. Para avan\u00e7ar na carreira, teria de fazer mestrado e o curso de forma\u00e7\u00e3o profissional (LPC), o que a desanimava ainda mais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As longas jornadas se somavam \u00e0 press\u00e3o social para comparecer a eventos e confraterniza\u00e7\u00f5es corporativas \u00e0 noite. Liz sentia que esse ritmo era insustent\u00e1vel, sobretudo diante de seus planos de constituir fam\u00edlia. Ela tamb\u00e9m disse que trabalhar mais de 12 horas por dia a deixava exausta. Liz se sentia mais velha do que realmente era e questionava se aquela seria sua realidade para sempre.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A transi\u00e7\u00e3o para uma vida diferente<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de deixar a carreira no Direito, ela trabalhou por seis meses em consultoria corporativa antes de abandonar de vez os planos de seguir no meio corporativo. Em seguida, comprou uma van e passou a trabalhar meio per\u00edodo em um pub local enquanto constru\u00eda sua carteira de clientes no servi\u00e7o de passeio com c\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Logo, Liz percebeu que havia alta demanda por esse servi\u00e7o em West Sussex, onde mora. Atualmente, ela passeia com 20 a 30 c\u00e3es em quatro passeios di\u00e1rios, cobra 14 libras por hora e fatura de 300 a 400 libras por dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em compara\u00e7\u00e3o com o escrit\u00f3rio, ela ganha milhares a mais por m\u00eas e trabalha metade das horas. O marido de Liz tamb\u00e9m trabalha com passeio e hospedagem de c\u00e3es. E o casal deixou de temer o trabalho nos fins de semana e as longas jornadas que caracterizavam a carreira anterior.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rea\u00e7\u00f5es e perspectivas sobre a mudan\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o dividiu opini\u00f5es, e algumas pessoas presumem que trabalhar com passeio de c\u00e3es \u00e9 uma profiss\u00e3o de baixa qualifica\u00e7\u00e3o e remunera\u00e7\u00e3o. Liz rejeita essa vis\u00e3o e diz que seu neg\u00f3cio \u00e9 movido pelo amor aos c\u00e3es e \u00e0 vida ao ar livre, n\u00e3o apenas pelos ganhos financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Liz disse que n\u00e3o se arrepende da mudan\u00e7a. Segundo ela, a cultura corporativa associa o sucesso profissional ao sacrif\u00edcio extremo \u2014 \u00e0 ideia de que, se voc\u00ea n\u00e3o se mata de trabalhar, est\u00e1 desempenhando mal. Para Liz, essa mentalidade \u00e9 prejudicial: a vida \u00e9 curta, e n\u00e3o se deve ficar preso a um trabalho que drena.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora reconhe\u00e7a que sempre ter\u00e1 o diploma de Direito, ela est\u00e1 convencida de que mudar foi a escolha correta para sua sa\u00fade mental e seu bem-estar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aos 30 anos, Liz East, da Inglaterra, trocou seis anos de estudos universit\u00e1rios e uma carreira promissora no Direito por um trabalho diferente do que\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":37476,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37477","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37477","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37477"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37477\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37513,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37477\/revisions\/37513"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37476"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37477"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37477"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37477"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}