{"id":37390,"date":"2026-09-20T03:09:00","date_gmt":"2026-09-20T06:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=37390"},"modified":"2026-09-20T03:09:00","modified_gmt":"2026-09-20T06:09:00","slug":"mergulhador-encontrou-objeto-parecido-com-madeira-no-fundo-do-mar-e-descobriu-presa-de-mastodonte-com-mais-de-1-metro-nos-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/mergulhador-encontrou-objeto-parecido-com-madeira-no-fundo-do-mar-e-descobriu-presa-de-mastodonte-com-mais-de-1-metro-nos-eua\/","title":{"rendered":"Mergulhador encontrou objeto parecido com madeira no fundo do mar e descobriu presa de mastodonte com mais de 1 metro nos EUA"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um mergulhador amador encontrou uma presa de mastodonte com mais de um metro e meio de comprimento em Venice Beach, cidade localizada na Fl\u00f3rida, nos Estados Unidos. O f\u00f3ssil, com mais de 10 milh\u00f5es de anos, estava parcialmente enterrado na areia e foi localizado no fim de maio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alex Lundberg, de 29 anos, \u00e9 um ca\u00e7ador de f\u00f3sseis amador, que passava o dia na praia quando percebeu algo estranho embaixo da \u00e1gua. Segundo informou ao jornal ingl\u00eas The Sun, ele viu uma pequena parte da pe\u00e7a exposta na areia e cavou at\u00e9 retir\u00e1-la por inteiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma pe\u00e7a rara e bem conservada<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A presa pesa cerca de 27 kg e chama aten\u00e7\u00e3o pelo tamanho incomum. Pe\u00e7as desse tipo costumam medir apenas alguns cent\u00edmetros quando chegam \u00e0s m\u00e3os de colecionadores e pesquisadores, o que torna o exemplar ainda mais raro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora sua idade seja estimada entre 10 milh\u00f5es e 500 mil anos, o objeto permanece intacto. A conserva\u00e7\u00e3o, no entanto, surpreendeu o descobridor, que j\u00e1 havia participado de outras buscas por f\u00f3sseis na regi\u00e3o sem encontrar algo parecido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o os mastodontes<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os mastodontes pertencem \u00e0 fam\u00edlia Mammutidae e s\u00e3o parentes distantes dos elefantes atuais. Ocuparam a Am\u00e9rica do Norte durante o Mioceno e permaneceram na regi\u00e3o at\u00e9 desaparecerem, no fim do Pleistoceno, entre 10 mil e 11 mil anos atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Achados desse tipo s\u00e3o considerados incomuns na Fl\u00f3rida. Isso porque f\u00f3sseis desses animais raramente s\u00e3o encontrados preservados no estado em que se encontravam. Por isso, estudiosos acreditam que mudan\u00e7as na linha costeira ao longo de mil\u00eanios ajudaram a manter a pe\u00e7a protegida sob a areia at\u00e9 ser revelada pelo mar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Destino do f\u00f3ssil<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ca\u00e7ador de f\u00f3sseis avalia que a pe\u00e7a pode valer at\u00e9 US$ 5 mil, cifra equivalente a 25 mil reais. Antes de negociar, por\u00e9m, ele pretende encaminhar o material ao Museu de Hist\u00f3ria Natural da Fl\u00f3rida para an\u00e1lise mais aprofundada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 confirmar o valor cient\u00edfico do exemplar antes de decidir seu destino final. Para quem estuda esp\u00e9cies extintas, cada f\u00f3ssil bem preservado como esse ajuda a reconstruir h\u00e1bitos e caracter\u00edsticas de animais que sumiram h\u00e1 mil\u00eanios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um mergulhador amador encontrou uma presa de mastodonte com mais de um metro e meio de comprimento em Venice Beach, cidade localizada na Fl\u00f3rida, nos\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":37389,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37390","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37390","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37390"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37390\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37556,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37390\/revisions\/37556"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37389"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37390"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37390"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37390"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}