{"id":37174,"date":"2026-09-19T21:43:00","date_gmt":"2026-09-20T00:43:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=37174"},"modified":"2026-09-19T21:43:00","modified_gmt":"2026-09-20T00:43:00","slug":"4-versoes-usadas-de-hyundai-i30-e-elantra-para-comprar-a-partir-de-r-32-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/4-versoes-usadas-de-hyundai-i30-e-elantra-para-comprar-a-partir-de-r-32-mil\/","title":{"rendered":"4 vers\u00f5es usadas de Hyundai i30 e Elantra para comprar a partir de R$ 32 mil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quem procura um carro usado com boa dirigibilidade e estilo ainda atual encontra boas op\u00e7\u00f5es entre o Hyundai i30 e o Elantra. Os dois modelos \u2014 um hatch m\u00e9dio e um sed\u00e3 \u2014 circulam nas ruas brasileiras desde meados dos anos 2000, quando a marca sul-coreana come\u00e7ou a ganhar espa\u00e7o no mercado automotivo nacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O i30 foi ofertado de 2009 a 2017, enquanto o Elantra chegou mais tarde, de 2012 a 2020. Ambos rivalizavam com refer\u00eancias consagradas: o hatch competia com o Volkswagen Golf e o Ford Focus, enquanto o sed\u00e3 enfrentava rivais de seu segmento. Confira quatro vers\u00f5es usadas dos dois modelos que saem a partir de R$ 32 mil.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hyundai i30 2.0 GLS 2010<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Unidades de 2010 desse i30 de primeira gera\u00e7\u00e3o custam a partir de R$ 31.900 no Mercado Livre. O modelo trazia motor 2.0 16V aspirado a gasolina com 145 cavalos de pot\u00eancia e 19 quilos-for\u00e7a por metro de torque. A acelera\u00e7\u00e3o de 0 a 100 km\/h \u00e9 de 10,6 segundos com c\u00e2mbio autom\u00e1tico, enquanto o consumo fica em 8,9 km\/litro na cidade e 10,2 km\/litro na estrada, conforme o Inmetro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com 4,24 metros de comprimento, o hatch oferecia 340 litros de porta-malas e chegava com far\u00f3is de neblina, ar-condicionado autom\u00e1tico, retrovisores eletricamente rebat\u00edveis, porta-luvas climatizado, dire\u00e7\u00e3o el\u00e9trica e teto solar el\u00e9trico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Contava ainda com controle eletr\u00f4nico de estabilidade, controle de tra\u00e7\u00e3o e seis airbags \u2014 configura\u00e7\u00e3o que variava conforme os opcionais, e os modelos mais completos vinham apenas com caixa autom\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hyundai i30 1.8 2014<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na segunda gera\u00e7\u00e3o, o i30 1.8 de 2014 em diante custa a partir de R$ 57.890. Equipado com motor 1.8 16V aspirado a gasolina de 150 cavalos e 18,2 quilos-for\u00e7a por metro de torque. Sempre com transmiss\u00e3o autom\u00e1tica de seis marchas, o hatch acelerava de 0 a 100 km\/h em 10,9 segundos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O consumo melhorou em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gera\u00e7\u00e3o anterior: 9,2 km\/litro na cidade e 11,8 km\/litro na estrada, segundo a Autoesporte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O modelo ficou um pouco maior, com 4,30 metros de comprimento. A segunda gera\u00e7\u00e3o recebeu atualiza\u00e7\u00e3o visual, interior repaginado e mais conectividade \u2014 passagens que a diferenciavam do hatch mais compacto que havia chegado meses antes ao mercado brasileiro naquele per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hyundai Elantra GLS 1.8 2013<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sed\u00e3 Elantra GLS 1.8 de 2013 sai a partir de R$ 32 mil. Quando lan\u00e7ado em 2011, o modelo n\u00e3o obteve a mesma repercuss\u00e3o que outras sed\u00e3s da marca, mas trouxe desempenho s\u00f3lido e pacote generoso de equipamentos. Sob o cap\u00f4, um motor 1.8 16V aspirado entregava 150 cavalos com transmiss\u00e3o autom\u00e1tica de seis marchas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com 4,53 metros de comprimento e entre-eixos de 2,65 metros, o sed\u00e3 oferecia espa\u00e7o interno adequado. A efici\u00eancia em combust\u00edvel n\u00e3o era o forte: o consumo registrava 9,2 km\/litro na cidade e 11,8 km\/litro na estrada. Na lista de equipamentos havia ar-condicionado autom\u00e1tico, vidros e travas eletr\u00f4nicos, retrovisores com controle remoto, dire\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica e airbags frontais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hyundai Elantra 2.0 2016<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00faltima op\u00e7\u00e3o \u00e9 o Elantra 2.0 de 2016, sed\u00e3 vendido durante um per\u00edodo delimitado da fase moderna do modelo. Esse Elantra chegava mais bem equipado que as vers\u00f5es anteriores, refletindo a evolu\u00e7\u00e3o do segmento de sed\u00e3s m\u00e9dios naquele momento. Com motor 2.0 16V aspirado a gasolina entregando 150 cavalos, o sed\u00e3 combinava desempenho com conforto esperado de um ve\u00edculo desse porte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O i30 e Elantra representam quando a Hyundai consolidava sua presen\u00e7a no mercado de usados brasileiro com alternativas acess\u00edveis, dirigibilidade e estilo. Vale conferir o estado de conserva\u00e7\u00e3o de cada unidade antes de fechar neg\u00f3cio, independentemente da vers\u00e3o escolhida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem procura um carro usado com boa dirigibilidade e estilo ainda atual encontra boas op\u00e7\u00f5es entre o Hyundai i30 e o Elantra. Os dois modelos \u2014 um hatch\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":37173,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37174","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37174","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37174"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37174\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37548,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37174\/revisions\/37548"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37173"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37174"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37174"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37174"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}