{"id":37160,"date":"2026-09-15T16:03:00","date_gmt":"2026-09-15T19:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=37160"},"modified":"2026-09-15T16:03:00","modified_gmt":"2026-09-15T19:03:00","slug":"enquanto-busca-novos-fornecedores-nestle-aumenta-aposta-em-cacau-produzido-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/enquanto-busca-novos-fornecedores-nestle-aumenta-aposta-em-cacau-produzido-no-brasil\/","title":{"rendered":"Enquanto busca novos fornecedores, Nestl\u00e9 aumenta aposta em cacau produzido no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das principais fabricantes de produtos aliment\u00edcios do mundo, a Nestl\u00e9 elevou suas compras de cacau no Brasil para diversificar fornecedores diante dos pre\u00e7os recordes do produto no mercado internacional. A empresa trabalha diretamente com produtores brasileiros para ampliar a produtividade das lavouras, melhorar a qualidade das am\u00eandoas e reduzir a depend\u00eancia de fertilizantes convencionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os choques de oferta elevaram as cota\u00e7\u00f5es do cacau a n\u00edveis recordes e aceleraram a busca por novos fornecedores fora da \u00c1frica Ocidental, que continua como a principal origem mundial da mat\u00e9ria-prima.&nbsp; O Brasil, por\u00e9m, come\u00e7a a ganhar espa\u00e7o nessa estrat\u00e9gia, j\u00e1 que a empresa mant\u00e9m relacionamento com centenas de propriedades brasileiras onde desenvolve iniciativas de agricultura regenerativa e aumento de produtividade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Brasil projeta crescimento de 39% em cinco anos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para os pr\u00f3ximos cinco anos, o Brasil prev\u00ea alcan\u00e7ar 400 mil toneladas de cacau, ante 287,8 mil toneladas produzidas em 2024. O aumento de aproximadamente 112 mil toneladas equivale a 39% de crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No primeiro semestre de 2026, as ind\u00fastrias processadoras receberam 95,1 mil toneladas de am\u00eandoas. 63,4% a mais que no mesmo per\u00edodo de 2025, segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Ind\u00fastrias Processadoras de Cacau.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A transforma\u00e7\u00e3o acontece enquanto o Brasil tenta recuperar uma posi\u00e7\u00e3o de destaque que j\u00e1 ocupou na produ\u00e7\u00e3o cacaueira mundial. Novas \u00e1reas produtoras, variedades de plantas mais resistentes e sistemas de cultivo modernos ajudam a superar a crise provocada pela vassoura-de-bruxa, doen\u00e7a que devastou as planta\u00e7\u00f5es principalmente na Bahia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Par\u00e1 lidera, Bahia acelera recupera\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Par\u00e1 consolidou-se como o maior produtor nacional, com 153,9 mil toneladas em 2024, o equivalente a 53,5% da produ\u00e7\u00e3o total. A Bahia ficou em segundo lugar, com 111,3 mil toneladas e participa\u00e7\u00e3o de 38,7%. O Esp\u00edrito Santo produziu 12,2 mil toneladas, e Rond\u00f4nia contribuiu com 8,7 mil toneladas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Bahia, por\u00e9m, apresenta sinais de recupera\u00e7\u00e3o acelerada: a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 estimada em 137 mil toneladas em 2026, alta de 15,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2025. Esse desempenho refor\u00e7a a capacidade do pa\u00eds de ganhar espa\u00e7o na cadeia global de fornecimento de cacau.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao mesmo tempo, transforma a distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da produ\u00e7\u00e3o brasileira e reduz os riscos clim\u00e1ticos que afetam a safra no Oeste Africano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das principais fabricantes de produtos aliment\u00edcios do mundo, a Nestl\u00e9 elevou suas compras de cacau no Brasil para diversificar fornecedores diante\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":37159,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37160","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37160","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37160"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37160\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37218,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37160\/revisions\/37218"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37159"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37160"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37160"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37160"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}