{"id":37057,"date":"2026-09-14T16:03:00","date_gmt":"2026-09-14T19:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=37057"},"modified":"2026-09-14T16:03:00","modified_gmt":"2026-09-14T19:03:00","slug":"encontrada-viva-27-horas-apos-o-11-de-setembro-mulher-revela-como-sobreviveu-sob-os-escombros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/encontrada-viva-27-horas-apos-o-11-de-setembro-mulher-revela-como-sobreviveu-sob-os-escombros\/","title":{"rendered":"Encontrada viva 27 horas ap\u00f3s o 11 de Setembro, mulher revela como sobreviveu sob os escombros"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estadunidense Genelle Guzman McMillan foi puxada dos destro\u00e7os do World Trade Center cerca de 27 horas depois do colapso ocorrido no dia 11 de setembro de 2001. Ela foi a \u00faltima sobrevivente daquele ponto da trag\u00e9dia a ser resgatada com vida e 25 anos depois, contou \u00e0 revista People como uma voz na escurid\u00e3o a ajudou a resistir at\u00e9 a chegada dos socorristas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na manh\u00e3 do ataque, Genelle tinha 30 anos e trabalhava para a Autoridade Portu\u00e1ria no 64\u00ba andar da Torre Norte. Ao perceber o segundo impacto, na Torre Sul, decidiu descer pelas escadas com a colega Rosa, mas parou no 13\u00ba andar porque o salto alto lhe causava dor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O momento do colapso<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parada ali para trocar de cal\u00e7ado, ela foi atingida pelo desabamento da estrutura. Segundo relatou, tudo ruiu de uma vez, deixando-a presa sob concreto e ferro, sem conseguir se mover. Durante 27 horas, ela permaneceu soterrada, com o corpo perfurado por peda\u00e7os de a\u00e7o e a mente alternando entre a lucidez e algo parecido com um sonho. Ela contou que chegou a duvidar de que aquilo era real e temeu que ningu\u00e9m a encontrasse ali.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma voz vinda do nada<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A poeira grudada na boca e no nariz a impedia de gritar por ajuda, mesmo enquanto ouvia caminh\u00f5es, r\u00e1dios e vozes de socorristas pr\u00f3ximos. Pensando na filha Kimberly, ent\u00e3o com 12 anos, ela recorreu \u00e0 ora\u00e7\u00e3o quando sentiu que a morte se aproximava.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse momento, segundo seu relato \u00e0 revista, uma presen\u00e7a surgiu, identificou-se como Paul e prometeu ficar com ela at\u00e9 o resgate chegar. Ela disse ter sentido a m\u00e3o dele segurando a sua e ouvido a promessa de que n\u00e3o seria abandonada ali.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A recupera\u00e7\u00e3o e o casamento<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A recupera\u00e7\u00e3o deixou marcas graves, entre elas uma perna esmagada que quase precisou ser amputada, e exigiu meses de tratamento hospitalar. Roger McMillan, namorado dela na \u00e9poca, acompanhou cada etapa e teve papel central nesse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda internada, Genelle prop\u00f4s que os dois se casassem assim que recebesse alta do hospital. A cerim\u00f4nia aconteceu em 7 de novembro daquele mesmo ano, em meio ao trauma da trag\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Roger, hoje aos 58 anos, lembrou que, depois de viverem t\u00e3o de perto a possibilidade de perd\u00ea-la, os dois aprenderam a valorizar cada momento juntos. Ele tamb\u00e9m disse que Genelle carrega desde ent\u00e3o o que descreveu como um &#8220;remorso de sobrevivente&#8221;: questiona-se por que seus colegas de trabalho morreram enquanto ela sobreviveu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estadunidense Genelle Guzman McMillan foi puxada dos destro\u00e7os do World Trade Center cerca de 27 horas depois do colapso ocorrido no dia 11 de setembro\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":37056,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37057","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37057","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37057"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37057\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37102,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37057\/revisions\/37102"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37056"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37057"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37057"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37057"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}