{"id":36491,"date":"2026-09-07T10:33:00","date_gmt":"2026-09-07T13:33:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=36491"},"modified":"2026-09-06T22:37:51","modified_gmt":"2026-09-07T01:37:51","slug":"o-que-significa-a-placa-de-transito-com-um-circulo-preto-que-muitos-motoristas-encontram-nas-rodovias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/o-que-significa-a-placa-de-transito-com-um-circulo-preto-que-muitos-motoristas-encontram-nas-rodovias\/","title":{"rendered":"O que significa a placa de tr\u00e2nsito com um c\u00edrculo preto que muitos motoristas encontram nas rodovias"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma sinaliza\u00e7\u00e3o triangular branca, com um ponto escuro no centro, chama a aten\u00e7\u00e3o de quem dirige fora do Brasil. O s\u00edmbolo, conhecido como &#8220;Accident Black Spot&#8221;, marca trechos de rodovia com hist\u00f3rico grave de colis\u00f5es e mortes em pa\u00edses de l\u00edngua inglesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Reino Unido, onde a placa surgiu, ela alerta o motorista para reduzir a velocidade e redobrar a aten\u00e7\u00e3o. O formato remete \u00e0s placas de advert\u00eancia usadas no Brasil, que t\u00eam fun\u00e7\u00e3o semelhante nas rodovias do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde essa sinaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 usada<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A placa com o ponto central circula apenas em regi\u00f5es espec\u00edficas do Reino Unido, como Esc\u00f3cia e Inglaterra, al\u00e9m da Irlanda. Nesses locais, o termo em ingl\u00eas para &#8220;ponto negro&#8221; j\u00e1 faz parte do vocabul\u00e1rio oficial de seguran\u00e7a rodovi\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada pa\u00eds lida \u00e0 sua maneira com os trechos perigosos, mas a l\u00f3gica se repete: identificar onde os acidentes se concentram e alertar quem passa por ali. No Brasil, n\u00e3o existe placa id\u00eantica, mas as sinaliza\u00e7\u00f5es de risco nas rodovias nacionais cumprem papel semelhante.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A origem do s\u00edmbolo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desenho surgiu em 1955, em uma campanha de seguran\u00e7a vi\u00e1ria promovida no Reino Unido. A partir da\u00ed, outros pa\u00edses passaram a adaptar a ideia, sobretudo na Europa e em partes da \u00c1sia, embora o desenho varie de um lugar para outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O formato pode mudar, mas o objetivo \u00e9 o mesmo: chamar a aten\u00e7\u00e3o do motorista para pontos cr\u00edticos e estimular uma condu\u00e7\u00e3o mais cuidadosa. Embora nem todos os pa\u00edses usem o mesmo modelo, o conceito de &#8220;pontos negros&#8221; ou locais perigosos \u00e9 adotado no mundo todo. Esses trechos costumam ser identificados com base em relat\u00f3rios oficiais de tr\u00e2nsito que registram onde as colis\u00f5es se repetem com mais frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que acontece nesses trechos perigosos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trechos de rodovia identificados com risco elevado geralmente recebem mais do que a placa. Essas \u00e1reas costumam ter refor\u00e7o na sinaliza\u00e7\u00e3o, barreiras de prote\u00e7\u00e3o, ilumina\u00e7\u00e3o extra e faixas de alerta para reduzir novos acidentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Uni\u00e3o Europeia, programas espec\u00edficos para esses pontos cr\u00edticos incluem monitoramento constante, a\u00e7\u00f5es educativas no tr\u00e2nsito e at\u00e9 ajustes no desenho das vias. A meta \u00e9 reduzir o n\u00famero de ocorr\u00eancias graves nesses locais, j\u00e1 conhecidos pelo hist\u00f3rico de risco.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o conceito importa mesmo fora do pa\u00eds de origem<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora essa sinaliza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica n\u00e3o exista nas estradas brasileiras, a ideia que ela representa se aplica a qualquer lugar: h\u00e1 trechos que exigem aten\u00e7\u00e3o redobrada em todo o mundo. Ao passar por uma \u00e1rea conhecida por concentrar acidentes, o motorista deve reduzir a velocidade e manter dist\u00e2ncia segura do carro da frente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Evitar ultrapassagens nesses pontos tamb\u00e9m reduz o risco de novas colis\u00f5es. Por isso, reconhecer padr\u00f5es de perigo na estrada, com ou sem uma placa parecida, ajuda a prevenir acidentes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma sinaliza\u00e7\u00e3o triangular branca, com um ponto escuro no centro, chama a aten\u00e7\u00e3o de quem dirige fora do Brasil. O s\u00edmbolo, conhecido como &#8220;Accident Black\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":36490,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-36491","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36491","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36491"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36491\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36540,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36491\/revisions\/36540"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36490"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36491"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36491"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36491"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}