{"id":36389,"date":"2026-09-03T23:22:00","date_gmt":"2026-09-04T02:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=36389"},"modified":"2026-09-03T23:22:00","modified_gmt":"2026-09-04T02:22:00","slug":"unico-sobrevivente-do-acidente-que-matou-diana-visitou-seu-tumulo-3-anos-depois-e-fez-pedido-comovente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/unico-sobrevivente-do-acidente-que-matou-diana-visitou-seu-tumulo-3-anos-depois-e-fez-pedido-comovente\/","title":{"rendered":"\u00danico sobrevivente do acidente que matou Diana visitou seu t\u00famulo 3 anos depois e fez pedido comovente"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trevor Rees-Jones era o \u00fanico ocupante vivo do Mercedes que colidiu dentro do t\u00fanel da Ponte de l&#8217;Alma, em Paris, na noite de 31 de agosto de 1997. O acidente que matou a princesa Diana, do Reino Unido, Dodi Al Fayed e o motorista Henri Paul tamb\u00e9m deixou cicatrizes profundas em Rees-Jones, que sobreviveu \u00e0 trag\u00e9dia, um dos eventos mais marcantes da hist\u00f3ria contempor\u00e2nea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tr\u00eas anos ap\u00f3s a trag\u00e9dia, Rees-Jones retornou a Althorp, a propriedade da fam\u00edlia Spencer, para uma despedida particular diante do t\u00famulo onde Diana repousava. Durante o encontro privado, organizado por Earl Spencer, irm\u00e3o da princesa, Rees-Jones enfrentou o peso emocional que carregava desde aquela madrugada em Paris. Diante do t\u00famulo de Diana, a quem fora encarregado de proteger, ele sussurrou: &#8220;Sinto muito. Quem dera tivesse sido eu em vez de voc\u00ea.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os ferimentos e a sobreviv\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Rees-Jones sofreu traumas graves na colis\u00e3o \u2014 trauma cerebral, fratura no pulso, fratura na coxa e diversas fraturas no rosto. Apesar dos danos f\u00edsicos severos, ele foi o \u00fanico dos quatro ocupantes do ve\u00edculo a sobreviver.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os procedimentos m\u00e9dicos e a recupera\u00e7\u00e3o foram acompanhados por mem\u00f3rias perturbadoras dos momentos que antecederam a trag\u00e9dia. Durante anos, Rees-Jones carregou as feridas do corpo e o peso emocional de ter sido o \u00fanico a sair vivo daquele acidente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O pedido de desculpas no t\u00famulo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na visita a Althorp (mans\u00e3o da princesa Diana), em 2000, Rees-Jones tamb\u00e9m conversou com Earl Spencer sobre a culpa que o acompanhava. Segundo relato recuperado pelo site RadarOnline, ele explicou ao irm\u00e3o de Diana que n\u00e3o era respons\u00e1vel pela morte da princesa e que os acontecimentos daquela noite estavam completamente fora de seu controle.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A frase reunia o remorso pela morte da princesa e a convic\u00e7\u00e3o de que Rees-Jones n\u00e3o era respons\u00e1vel pelo acidente, contraste que mostrava o peso da culpa que o acompanhava.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O acidente e as investiga\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na noite de 31 de agosto de 1997, o Mercedes em que Diana viajava colidiu dentro do t\u00fanel da Ponte de l&#8217;Alma enquanto fugia dos fot\u00f3grafos que a perseguiam. O motorista, Henri Paul, conduzia o ve\u00edculo em alta velocidade, e exames posteriores confirmaram que ele havia consumido \u00e1lcool antes de assumir o volante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A morte chocou pessoas ao redor do mundo e alimentou especula\u00e7\u00f5es por d\u00e9cadas. Diversas teorias tentaram explicar a trag\u00e9dia como crime premeditado, mas as investiga\u00e7\u00f5es oficiais n\u00e3o encontraram provas que sustentassem essa vers\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O legado do trauma<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar do tempo, Rees-Jones carregou consigo as mem\u00f3rias dos momentos que antecederam a trag\u00e9dia, lutando contra o sentimento de culpa apesar de n\u00e3o ter responsabilidade pelo ocorrido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Relatos posteriores indicam que seu chefe Mohamed Al-Fayed pressionou o guarda-costas para que concordasse com a teoria de que Diana e Dodi foram assassinados \u2014 press\u00e3o adicional que pesou sobre algu\u00e9m que j\u00e1 lidava com o trauma de ser o \u00fanico sobrevivente daquela noite em Paris.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A visita ao t\u00famulo de Diana. Em 2000, marcou um ponto de virada emocional, ao permitir que Rees-Jones expressasse, diante do t\u00famulo da princesa, o remorso e a convic\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o tinha culpa pelo acidente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trevor Rees-Jones era o \u00fanico ocupante vivo do Mercedes que colidiu dentro do t\u00fanel da Ponte de l&#8217;Alma, em Paris, na noite de 31 de agosto de 1997. O\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":36388,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-36389","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36389","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36389"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36389\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36405,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36389\/revisions\/36405"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36388"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36389"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36389"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36389"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}