{"id":36152,"date":"2026-09-01T18:32:00","date_gmt":"2026-09-01T21:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=36152"},"modified":"2026-09-01T18:32:00","modified_gmt":"2026-09-01T21:32:00","slug":"aos-65-anos-ela-transformou-marmitas-de-r-130-em-negocio-que-fatura-r-15-milhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aos-65-anos-ela-transformou-marmitas-de-r-130-em-negocio-que-fatura-r-15-milhao\/","title":{"rendered":"Aos 65 anos, ela transformou marmitas de R$ 1,30 em neg\u00f3cio que fatura R$ 1,5 milh\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma marmita por um valor correspondente R$ 1,30 foi o ponto de partida para a indiana Devni Devi transformar sua rotina dom\u00e9stica em um neg\u00f3cio gastron\u00f4mico na \u00cdndia. Aos 65 anos, ela comanda o Amma Kitchen, marca de comida caseira que faz entregas e mant\u00e9m dois estabelecimentos em Patna, no leste da \u00cdndia. O neg\u00f3cio fatura aproximadamente R$ 1,5 milh\u00e3o por ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A trajet\u00f3ria come\u00e7ou muito antes de o primeiro cliente pagar por uma refei\u00e7\u00e3o. Casada aos 16 anos, Devni passou a alimentar diariamente uma fam\u00edlia de 25 pessoas. A experi\u00eancia definiu a ideia do neg\u00f3cio: oferecer pratos simples e acess\u00edveis a estudantes e trabalhadores que precisavam de refei\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e baratas. O empreendimento faturava 2,5 crore de r\u00fapias por ano, o equivalente a R$ 1,5 milh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Marmita por R$ 1,30 como origem do neg\u00f3cio<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando come\u00e7ou a vender para estudantes de medicina que moravam longe de casa, Devni enfrentou a resist\u00eancia inicial da fam\u00edlia. Cada marmita sa\u00eda de sua cozinha dom\u00e9stica por apenas 20 r\u00fapias \u2014 o equivalente a R$ 1,30 \u2014 e atendia \u00e0 demanda por comida simples e barata. Os pedidos continuaram, e a clientela cresceu em torno das refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mudan\u00e7a para Patna abriu as primeiras oportunidades formais e transformou a produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica em um neg\u00f3cio pr\u00f3prio. O que come\u00e7ou como uma solu\u00e7\u00e3o para alimentar a fam\u00edlia passou a atender mais clientes por meio do boca a boca e da reputa\u00e7\u00e3o das refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pandemia testou a opera\u00e7\u00e3o, mas o neg\u00f3cio resistiu<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Covid-19 reduziu drasticamente a demanda quando os estudantes deixaram a cidade. Devni manteve a produ\u00e7\u00e3o e passou a fornecer comida para alojamentos de m\u00e9dicos, garantindo a continuidade do neg\u00f3cio durante a pandemia. Depois, seu filho ajudou a levar o neg\u00f3cio para a internet e as encomendas digitais ampliaram o alcance da cozinha para al\u00e9m dos clientes que j\u00e1 conheciam o servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mulheres empreendedoras impulsionam a economia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A hist\u00f3ria de Devni reflete o crescimento do empreendedorismo feminino, com mulheres transformando habilidades cotidianas em fontes de renda. O Brasil registrou 10,4 milh\u00f5es de mulheres empreendedoras no quarto trimestre de 2024, segundo levantamento do Sebrae. Em uma d\u00e9cada, o n\u00famero de donas de neg\u00f3cios cresceu 33%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim como Devni transformou a experi\u00eancia culin\u00e1ria em um neg\u00f3cio lucrativo, empreendedoras brasileiras usam conhecimentos do dia a dia para desenvolver suas empresas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma marmita por um valor correspondente R$ 1,30 foi o ponto de partida para a indiana Devni Devi transformar sua rotina dom\u00e9stica em um neg\u00f3cio\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":36151,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-36152","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36152","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36152"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36152\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36178,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36152\/revisions\/36178"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36152"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36152"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36152"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}