{"id":35518,"date":"2026-08-25T14:25:00","date_gmt":"2026-08-25T17:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=35518"},"modified":"2026-08-25T14:25:00","modified_gmt":"2026-08-25T17:25:00","slug":"a-cidade-que-ja-registrou-14c-no-brasil-e-viveu-um-dos-dias-mais-gelados-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/a-cidade-que-ja-registrou-14c-no-brasil-e-viveu-um-dos-dias-mais-gelados-da-historia\/","title":{"rendered":"A cidade que j\u00e1 registrou -14\u00b0C no Brasil e viveu um dos dias mais gelados da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 mais de sete d\u00e9cadas, Ca\u00e7ador, cidade do interior de Santa Catarina, viveu um dos epis\u00f3dios mais rigorosos da hist\u00f3ria clim\u00e1tica do estado: em 11 de junho de 1952, os term\u00f4metros marcaram -14\u00b0C, a menor temperatura j\u00e1 registrada no estado sulista. O recorde n\u00e3o foi superado at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wilson de Oliveira Quadros, t\u00e9cnico rural que atuava como observador meteorol\u00f3gico na Epagri, foi o respons\u00e1vel por anotar o dado. Naquele per\u00edodo, animais morreram nos campos, enquanto o frio congelou e rompeu os canos galvanizados que abasteciam as casas dos funcion\u00e1rios e as instala\u00e7\u00f5es da Esta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Epagri continua monitorando as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas catarinenses e Wilson informou \u00e0 comunidade local o recorde de -14\u00b0C no programa &#8220;Boa Noite Homem do Campo&#8221;, transmitido pela r\u00e1dio Ca\u00e7anjur\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O recorde de temperatura m\u00ednima de Ca\u00e7ador<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2021, j\u00e1 aos 87 anos e aposentado, Wilson passou a morar na cidade de S\u00e3o Jos\u00e9 e seguiu lembrando daquele momento. Naquele ano, familiares compartilharam nas redes sociais um v\u00eddeo relembrando o epis\u00f3dio do frio extremo de 1952, marco da hist\u00f3ria clim\u00e1tica do estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O registro continua reconhecido oficialmente pela Epagri\/Ciram, entidade respons\u00e1vel por monitorar os recordes de frio em Santa Catarina e manter esse banco de dados hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Frio extremo<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Santa Catarina, temperaturas abaixo de 0 \u00e9 algo normal no inverno. Isso porque o estado possui um dos invernos mais rigorosos do brasil, contando at\u00e9 mesmo com a presen\u00e7a de neve em cidades da Serra Catarinense, como \u00e9 o caso de Urubici, Urupema, Bom Jardim da Serra e S\u00e3o Joaquim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de n\u00e3o alcan\u00e7ar mais a marca hist\u00f3rica de 1952, cidades catarinenses podem chegar a -9 C\u00b0 durante o per\u00edodo de acordo com dados da Epagri. Bom Jardim da Serra \u00e9 a cidade que mais registra estas temperaturas de frio extremo. Isso \u00e9 causado pela altitude e pela chegada forte de massas de ar polar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da marca\u00e7\u00e3o feita por Wilson na d\u00e9cada de 1950, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) adota oficialmente a cidade de Xanxer\u00ea, tamb\u00e9m em Santa Catarina, como a menor temperatura j\u00e1 registrada na hist\u00f3ria do Brasil, com -11,6 C\u00b0 no ano de 1945.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais de sete d\u00e9cadas, Ca\u00e7ador, cidade do interior de Santa Catarina, viveu um dos epis\u00f3dios mais rigorosos da hist\u00f3ria clim\u00e1tica do estado: em 11 de\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":35517,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35518","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35518","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35518"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35518\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35541,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35518\/revisions\/35541"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35517"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35518"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35518"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35518"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}