{"id":34255,"date":"2026-08-22T06:38:00","date_gmt":"2026-08-22T09:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=34255"},"modified":"2026-08-22T06:38:00","modified_gmt":"2026-08-22T09:38:00","slug":"jovem-de-24-anos-passou-a-produzir-e-vender-trufas-com-a-irma-para-tentar-realizar-o-sonho-de-ser-a-primeira-pessoa-da-familia-a-entrar-na-faculdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/jovem-de-24-anos-passou-a-produzir-e-vender-trufas-com-a-irma-para-tentar-realizar-o-sonho-de-ser-a-primeira-pessoa-da-familia-a-entrar-na-faculdade\/","title":{"rendered":"Jovem de 24 anos passou a produzir e vender trufas com a irm\u00e3 para tentar realizar o sonho de ser a primeira pessoa da fam\u00edlia a entrar na faculdade"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2017, Samyla Menas, de 24 anos, passou a produzir e vender trufas de chocolate nas ruas de Colatina, no Esp\u00edrito Santo, com o objetivo de juntar dinheiro para entrar na faculdade. Todos os dias, ela estabelecia a meta de vender pelo menos 20 unidades para conseguir pagar os estudos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De origem humilde, a jovem pretendia ser a primeira pessoa da fam\u00edlia a ingressar no ensino superior. Ela j\u00e1 havia escolhido a carreira que desejava seguir e queria cursar Direito para se tornar advogada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu sempre quis trabalhar em algo que pudesse ajudar algu\u00e9m. Eu escolhi o Direito porque hoje o mundo est\u00e1 t\u00e3o injusto, sabe? Est\u00e1 precisando de pessoas que lutem e que possam defender quem precisa. \u00c9 isso que eu quero, poder ajudar&#8221;, contou Samyla na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Produ\u00e7\u00e3o e venda das trufas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nenhum familiar de Samyla havia cursado o ensino superior. Segundo ela, a situa\u00e7\u00e3o dificultava at\u00e9 mesmo encontrar apoio para seguir o objetivo de entrar na faculdade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu sempre quis entrar na faculdade, mas a minha fam\u00edlia nunca teve condi\u00e7\u00f5es de pagar. At\u00e9 ent\u00e3o, ningu\u00e9m conseguiu ingressar em uma institui\u00e7\u00e3o de ensino superior, e acho que por isso n\u00e3o souberam como me motivar tamb\u00e9m. Sempre ficava frustrada pensando que nunca ia conseguir&#8221;, relembrou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pastor Marco Ant\u00f4nio contou \u00e0 jovem a hist\u00f3ria de uma pessoa que conseguiu pagar a faculdade vendendo doces. O relato fez Samyla retomar o plano de estudar. Ela ent\u00e3o pediu ajuda \u00e0 irm\u00e3 e as duas come\u00e7aram a produzir as trufas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vimos que estava ficando bom, ent\u00e3o pensei em colocar a placa e ir pra rua, porque o vestibular j\u00e1 \u00e9 no segundo semestre e eu n\u00e3o teria dinheiro para pagar&#8221;, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada trufa era vendida por R$ 3. Segundo Samyla, alcan\u00e7ar a meta de 20 unidades por dia permitiria reunir o dinheiro necess\u00e1rio ao longo do m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Meta era chegar \u00e0 faculdade<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Naquele per\u00edodo, Samyla sa\u00eda diariamente de casa para tentar alcan\u00e7ar a meta estabelecida. O trabalho nas ruas se tornou uma alternativa para juntar o dinheiro necess\u00e1rio enquanto se preparava para o vestibular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A jovem encarava a venda das trufas como uma forma de transformar o pr\u00f3prio esfor\u00e7o em uma oportunidade de estudar. O objetivo era conquistar uma vaga na faculdade de Direito e se tornar a primeira pessoa da fam\u00edlia a chegar ao ensino superior.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2017, Samyla Menas, de 24 anos, passou a produzir e vender trufas de chocolate nas ruas de Colatina, no Esp\u00edrito Santo, com o objetivo de juntar\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":34254,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-34255","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34255","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34255"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34255\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35176,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34255\/revisions\/35176"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34255"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34255"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34255"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}