{"id":34214,"date":"2026-08-17T13:03:00","date_gmt":"2026-08-17T16:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=34214"},"modified":"2026-08-17T13:03:00","modified_gmt":"2026-08-17T16:03:00","slug":"aposentado-percebeu-que-banco-descontava-seguro-que-ele-dizia-nunca-ter-contratado-havia-13-anos-e-conseguiu-quase-r-12-mil-de-volta-na-justica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aposentado-percebeu-que-banco-descontava-seguro-que-ele-dizia-nunca-ter-contratado-havia-13-anos-e-conseguiu-quase-r-12-mil-de-volta-na-justica\/","title":{"rendered":"Aposentado percebeu que banco descontava seguro que ele dizia nunca ter contratado havia 13 anos e conseguiu quase R$ 12 mil de volta na Justi\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um aposentado que recebia seu benef\u00edcio previdenci\u00e1rio em uma conta corrente do Ita\u00fa descobriu descontos de um seguro que, segundo ele, nunca havia contratado. As cobran\u00e7as teriam come\u00e7ado em 2013 e durado 13 anos, acumulando R$ 5.965,71. Na Justi\u00e7a, ele conseguiu a devolu\u00e7\u00e3o em dobro do valor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O caso tramitou na Comarca de Carapicu\u00edba, em S\u00e3o Paulo. De acordo com o processo, o benef\u00edcio previdenci\u00e1rio era a \u00fanica fonte de renda mensal do aposentado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o relato apresentado na a\u00e7\u00e3o, os descontos apareciam nos extratos como seguro banc\u00e1rio ou sob nomenclaturas semelhantes. Ele afirmou que nunca autorizou nem assinou a contrata\u00e7\u00e3o e tentou resolver a situa\u00e7\u00e3o pelo SAC e pela Ouvidoria, sem sucesso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Banco n\u00e3o comprovou contrata\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao conferir os extratos, o aposentado identificou que os descontos vinham sendo realizados desde 2013. Ele entrou com uma a\u00e7\u00e3o para interromper as cobran\u00e7as e pedir a devolu\u00e7\u00e3o em dobro dos valores, conforme previsto no C\u00f3digo de Defesa do Consumidor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Ita\u00fa alegou que o seguro havia sido contratado regularmente. O banco tamb\u00e9m argumentou que os pagamentos realizados durante anos, sem contesta\u00e7\u00e3o, indicariam aceita\u00e7\u00e3o t\u00e1cita do servi\u00e7o e que o cliente teria se beneficiado da cobertura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Justi\u00e7a, por\u00e9m, considerou que cabia ao banco comprovar a contrata\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o consumidor negava ter aderido ao seguro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Justi\u00e7a determina devolu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a decis\u00e3o, o Ita\u00fa n\u00e3o apresentou ap\u00f3lice assinada, proposta de ades\u00e3o ou documento digital que comprovasse a manifesta\u00e7\u00e3o de vontade do cliente. A ju\u00edza Leila Mussa considerou que a aus\u00eancia de documenta\u00e7\u00e3o impedia comprovar a regularidade dos descontos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o tamb\u00e9m afastou o argumento de que a falta de contesta\u00e7\u00e3o durante anos seria suficiente para validar a cobran\u00e7a. A perman\u00eancia dos descontos sem contrato comprovado n\u00e3o substituiria a necessidade de demonstrar a contrata\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com isso, a Justi\u00e7a condenou o banco a devolver R$ 11.931,42, valor correspondente ao dobro dos descontos identificados. A quantia deve receber corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria desde cada cobran\u00e7a e juros de mora de 1% ao m\u00eas a partir da cita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um aposentado que recebia seu benef\u00edcio previdenci\u00e1rio em uma conta corrente do Ita\u00fa descobriu descontos de um seguro que, segundo ele, nunca havia\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":34213,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-34214","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34214","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34214"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34214\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34325,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34214\/revisions\/34325"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34213"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34214"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34214"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34214"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}