{"id":34104,"date":"2026-08-16T02:24:00","date_gmt":"2026-08-16T05:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=34104"},"modified":"2026-08-16T02:24:00","modified_gmt":"2026-08-16T05:24:00","slug":"aos-46-anos-vendedor-ambulante-que-sustentava-a-familia-vendendo-amendoim-nas-ruas-entra-na-faculdade-e-anos-depois-conquista-o-diploma-de-direito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/aos-46-anos-vendedor-ambulante-que-sustentava-a-familia-vendendo-amendoim-nas-ruas-entra-na-faculdade-e-anos-depois-conquista-o-diploma-de-direito\/","title":{"rendered":"Aos 46 anos, vendedor ambulante que sustentava a fam\u00edlia vendendo amendoim nas ruas entra na faculdade e anos depois conquista o diploma de Direito"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Marcos Lu\u00eds Xavier conquistou o diploma de Direito aos 46 anos em Petr\u00f3polis, no Rio de Janeiro, depois de sustentar a fam\u00edlia vendendo amendoim pelas ruas da cidade. Sua trajet\u00f3ria at\u00e9 o diploma foi marcada pelas dificuldades financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O caso ocorreu de Marcos ocorreu no ano de 2018, chamando a aten\u00e7\u00e3o de diversas pessoas por conta de sua persist\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao estudo acad\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo depois da formatura, ele manteve a rotina de vendedor ambulante, acordando \u00e0s cinco da manh\u00e3 e voltando \u00e0s seis da noite para sustentar uma fam\u00edlia formada pela mulher e pelos dois filhos g\u00eameos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o blog AmoDireito, Xavier disse na \u00e9poca que que continuaria vendendo amendoins at\u00e9 reunir as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para exercer a carreira de advogado. Isso porque mesmo ap\u00f3s formado, o varejo do alimento representava ainda sua \u00fanica fonte de renda.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O caminho at\u00e9 a faculdade de Direito<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Xavier sempre gostou de estudar, mas enfrentava dificuldades financeiras para permanecer em uma faculdade. Na primeira tentativa, ingressou em uma institui\u00e7\u00e3o e cursou tr\u00eas semestres, mas abandonou o curso por falta de recursos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de interromper o primeiro curso, ele n\u00e3o desistiu do sonho de construir uma carreira s\u00f3lida. Na segunda tentativa, matriculou-se em Direito em uma faculdade particular de sua cidade e chegou \u00e0 conclus\u00e3o do curso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a trajet\u00f3ria acad\u00eamica, o ex-vendedor de amendoim pensou muitas vezes em desistir por causa das dificuldades. Em entrevista posterior a sua forma\u00e7\u00e3o, relembrou que sa\u00eda tarde da faculdade e chegava em casa \u00e0 meia-noite, porque mora no meio da serra de Petr\u00f3polis.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aprova\u00e7\u00e3o na OAB e novos planos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m do diploma, Xavier foi aprovado na Ordem dos Advogados (OAB) no mesmo ano de sua forma\u00e7\u00e3o. Mesmo com a carga hor\u00e1ria intensa como vendedor, ele dedicou-se aos estudos e passou na segunda tentativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sua escolha pelo Direito vem da vontade de transformar a realidade ao seu redor. Ele afirmou na \u00e9poca sua indigna\u00e7\u00e3o diante das injusti\u00e7as e com a falta de atendimento jur\u00eddico adequado para ajudar as pessoas pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de trabalhar como vendedor, Xavier ainda precisava organizar seus cart\u00f5es de visita e reunir recursos financeiros para oficializar sua atua\u00e7\u00e3o profissional como advogado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcos Lu\u00eds Xavier conquistou o diploma de Direito aos 46 anos em Petr\u00f3polis, no Rio de Janeiro, depois de sustentar a fam\u00edlia vendendo amendoim pelas\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":34103,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-34104","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34104","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34104"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34104\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34168,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34104\/revisions\/34168"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34103"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}