{"id":33975,"date":"2026-08-14T10:32:00","date_gmt":"2026-08-14T13:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=33975"},"modified":"2026-08-14T10:32:00","modified_gmt":"2026-08-14T13:32:00","slug":"ela-fazia-faculdade-largou-tudo-para-vender-doces-e-hoje-fatura-mais-de-r-100-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/ela-fazia-faculdade-largou-tudo-para-vender-doces-e-hoje-fatura-mais-de-r-100-mil\/","title":{"rendered":"Ela fazia faculdade, largou tudo para vender doces e hoje fatura mais de R$ 100 mil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Leandra Winck largou o curso de Engenharia de Minas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para vender brigadeiros na rua. Hoje, comanda a confeitaria Brigadeiros da Li, na Cidade Baixa, em Porto Alegre, com faturamento mensal de R$ 108 mil e produ\u00e7\u00e3o de at\u00e9 10 mil brigadeiros por dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O neg\u00f3cio cresceu mais de 200% depois que ela apostou em um rod\u00edzio de doces e salgados aos s\u00e1bados, formato que viralizou nas redes sociais e transformou o movimento da loja.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Da rua \u00e0 loja pr\u00f3pria<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda na faculdade, Leandra vendia brigadeiros pela cidade como renda extra. Uma caixa de doces durava menos de dez minutos. A percep\u00e7\u00e3o de que aquele produto tinha demanda real foi o que a fez deixar os estudos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com R$ 20 mil reunidos em vendas de rua e encomendas, ela montou sozinha o primeiro ponto f\u00edsico. Na abertura, sua m\u00e3e, Lili Schaefer, apareceu para ajudar e acabou ficando. Lili buscou forma\u00e7\u00e3o em panifica\u00e7\u00e3o em uma padaria da cidade e hoje comanda a produ\u00e7\u00e3o de massas, brigadeiros, salgados e tortas. &#8220;Se eu fazia 100 salgados, hoje eu fa\u00e7o 1.000, 2.000&#8221;, disse sobre o crescimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O rod\u00edzio que virou virada de chave<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com encomendas em alta e vendas por aplicativo, o movimento f\u00edsico da loja ainda era baixo. Foi nesse cen\u00e1rio que surgiu o rod\u00edzio, inicialmente s\u00f3 de doces e depois ampliado para incluir salgados, batata frita, cachorro-quente e pizza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O servi\u00e7o acontece apenas aos s\u00e1bados, custa R$ 54,90 por pessoa e exige 20 funcion\u00e1rios, com prepara\u00e7\u00e3o iniciada j\u00e1 na quinta-feira. Um v\u00eddeo gravado por clientes sobre a experi\u00eancia viralizou em dois dias. &#8220;A gente viu potencial naquilo&#8221;, contou Rodrigo Martins, que assinou o conte\u00fado ao lado de Andressa Tacques.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Erros e reinvestimento<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A viraliza\u00e7\u00e3o trouxe falhas de atendimento logo no primeiro fim de semana. Leandra reconheceu os problemas publicamente. &#8220;A gente entra em contato com os clientes e admite que errou&#8221;, disse ao G1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O faturamento de R$ 108 mil foi reinvestido integralmente: fia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, equipamentos novos, amplia\u00e7\u00e3o e reforma do espa\u00e7o. Eventos j\u00e1 reservam at\u00e9 50 lugares para o rod\u00edzio e Leandra estuda ampliar para sextas-feiras. Para quem pensa em empreender, ela resume: &#8220;Se tu n\u00e3o tentar, como \u00e9 que tu vai saber que deu certo?&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Leandra Winck largou o curso de Engenharia de Minas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para vender brigadeiros na rua. 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