{"id":32817,"date":"2026-07-25T07:15:00","date_gmt":"2026-07-25T10:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/?p=32817"},"modified":"2026-07-20T12:07:33","modified_gmt":"2026-07-20T15:07:33","slug":"brasileiros-foram-comunicados-de-aumento-nos-valores-dos-pratos-feitos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/dptrends\/brasileiros-foram-comunicados-de-aumento-nos-valores-dos-pratos-feitos\/","title":{"rendered":"Brasileiros foram comunicados de aumento nos valores dos pratos feitos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pre\u00e7o m\u00e9dio do prato feito subiu 7,2% no Brasil durante o primeiro semestre de 2026 e chegou a R$ 31,90 em junho. O aumento ficou acima da infla\u00e7\u00e3o oficial medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), que acumulou 3,36% no mesmo per\u00edodo. Segundo levantamento do \u00cdndice do Prato Feito (IPF), divulgado pelo Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio, o trabalhador que almo\u00e7a fora de casa diariamente pode gastar cerca de R$ 640 por m\u00eas com a refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O prato feito, tradicionalmente formado por arroz, feij\u00e3o, prote\u00edna, salada e acompanhamento, foi afetado principalmente pela alta dos ingredientes utilizados no preparo. O estudo analisou pre\u00e7os coletados em estabelecimentos f\u00edsicos e aplicativos de entrega nas cinco regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pre\u00e7o do prato feito<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os alimentos que mais pressionaram o custo da refei\u00e7\u00e3o est\u00e1 o feij\u00e3o-carioca, que teve alta de 52,82% no semestre. O grupo de tub\u00e9rculos, ra\u00edzes e legumes registrou avan\u00e7o ainda maior, de 67,71%. As hortali\u00e7as subiram 13,91%, enquanto os cortes de carne tiveram aumento de 5,6%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O arroz foi um dos poucos itens a apresentar redu\u00e7\u00e3o no per\u00edodo, com queda de 0,51%. Mesmo assim, a diminui\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi suficiente para compensar os aumentos dos demais componentes do prato.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento reuniu 887 cota\u00e7\u00f5es e apontou diferen\u00e7as entre as regi\u00f5es brasileiras. O Sul apresentou o maior pre\u00e7o m\u00e9dio, com R$ 34,90, seguido pelo Centro-Oeste, com R$ 34,45. O Sudeste teve m\u00e9dia de R$ 31,99, enquanto o Nordeste registrou R$ 30. O menor valor ficou no Norte, com R$ 29,99.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Custos para restaurantes<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m do aumento dos alimentos, os restaurantes tamb\u00e9m enfrentaram eleva\u00e7\u00e3o nos custos de opera\u00e7\u00e3o. O aluguel comercial subiu 5,24%, enquanto a tarifa de energia el\u00e9trica teve alta de 1,53% em junho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O transporte de mercadorias tamb\u00e9m influenciou os pre\u00e7os finais, devido aos impactos nos custos de log\u00edstica. Com o aumento das refei\u00e7\u00f5es fora de casa, parte dos trabalhadores passou a preparar comida em casa para levar ao trabalho como alternativa para reduzir gastos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O IPF destaca que o \u00edndice serve como refer\u00eancia sobre o comportamento dos pre\u00e7os dos pratos feitos e n\u00e3o substitui os dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pre\u00e7o m\u00e9dio do prato feito subiu 7,2% no Brasil durante o primeiro semestre de 2026 e chegou a R$ 31,90 em junho. 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