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Televisão Repórter da Globo rebate teólogo que disse 'sentir pena' por constrangimento na transmissão Leilane Neubarth protagonizou uma cena de constrangimento ao vivo durante o carnaval e se tornou assunto nas redes sociais

Por: Viver/Diario - Diario de Pernambuco

Publicado em: 14/02/2018 11:47 Atualizado em: 14/02/2018 11:56

Repórter disse não ter ficado constrangida com música e sim com problema técnico. Foto: GloboNews/Reprodução
Repórter disse não ter ficado constrangida com música e sim com problema técnico. Foto: GloboNews/Reprodução

Leilane Neubarth, repórter da GloboNews, rebateu o teólogo Leonardo Boff nas redes sociais depois que ele afirmou sentir "pena" dos jornalistas do Grupo Globo. No Twitter, Boff questionou como os profissionais de comunicação da empresa lidam com os recorrentes constrangimentos sofridos durante transmissões ao vivo, especialmente no carnaval, por motivações políticas. 

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"Como é que os jornalistas homens e as jornalistas mulheres da Globo estão suportando tanto constrangimento do que se viu e ouviu no Carnaval? É duro ter que assumir a ideologia retrógrada do Grupo Globo. Tenho pena da Leilane Neubarth", escreveu o teólogo. Leilane viralizou nas redes sociais depois que um grupo de músicos entoou Vai dar PT, de Leo Santanna, durante uma transmissão ao vivo. A música, apesar de se referir à "perda total" pela ingestão de bebidas alcoólicas, ganhou conotações políticas envolvendo o Partido dos Trabalhadores. 

A jornalista respondeu, afirmando não ser signa de pena. "Com todo respeito, Leonardo Boff, guarde sua pena para as pessoas que passam necessidade ou precisam da sua ajuda. Eu sou uma profissional realizada, uma mãe feliz e uma mulher muito amada", escreveu. Ainda no Twitter, Neubarth afirmou que não ouviu a música sendo cantada e que a cara de constrangimento se deu pelo problema técnico na transmissão. 




"Vou encerrar esse assunto com um esclarecimento, tão verdadeiro quanto meu amor pelo meu neto: minha cara de constrangimento foi devido ao fato de chamar o repórter e não ouvir NADA, nem saber se eu estava no ar... Era um silêncio absoluto no meu ponto. Só quando cheguei em casa e vi que estava sendo 'zoada' no Twitter e entendi o que tinha acontecido. Para mim, quando chamei e o som foi cortado, não ouvi NADA e não sabia o que estava acontecendo. Daí meu constrangimento. Essa é a verdade. Mas podem dizer e pensar o que quiserem... As pessoas andam tão à flor da pele e agressivas que, mesmo sem saber a estória de vida de uma outra, procuram encaixá-la pelas aparências ou empresas onde trabalham. Pobre Brasil!", se defendeu. 

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