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Música Para Henrique & Juliano, supremacia do sertanejo é fruto da entrada das mulheres no gênero. Confira a entrevista Dupla aporta como atração principal da festa Wedo na Praia, em Porto de Galinhas, juntamente com Bell Marques, Gabriel Diniz e José Pinteiro

Por: Emannuel Bento - Diario de Pernambuco

Publicado em: 06/01/2018 12:01 Atualizado em:

Foto: Henrique e Juliano/Divulgação
Foto: Henrique e Juliano/Divulgação

A música sertaneja teve sua gênese em estados interioranos do Brasil, como Goiás, Mato Grosso e Tocantins. Apesar disso, o sucesso desse estilo musical levou o ritmo aos locais mais diversos do país, a exemplo do litoral pernambucano. Neste sábado (6), uma das paisagens tropicais mais famosas do estado receberá a dupla Henrique & Juliano, que aporta como atração principal do segundo ano da festa Wedo na Praia, em Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, a partir das 16h. Os sertanejos naturais de Palmeirópolis, no Tocantins, encabeçam a programação que também inclui o axé de Bell Marques, o forró de Gabriel Diniz e o eletrônico do DJ José Pinteiro.

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Os ingressos custam R$ 220 (open bar incluso) e estão à venda nas lojas Shorts.Co do Shopping Riomar e também pelo site do evento: wedonapraia.com.br. No show, Henrique & Juliano apresentarão o repertório de O céu explica tudo, quarto DVD da dupla, lançado no segundo semestre do ano passado. O projeto inclui o hit Vidinha de balada - a segunda música mais executada nas rádios brasileiras em 2017, de acordo com o Instituto Crowley. Na boa, Vida, Nada nada e Parece piada são outras canções no repertório da dupla.

Entrando no clima do carnaval baiano, o setlist de Bell Marques incluirá músicas de sua carreira solo, como Vou te amar o ano inteiro, além de Diga que valeu e outros clássicos dos tempos da banda Chiclete com Banana. O Wedo na Praia continua na próxima semana, em 13 de janeiro, com shows de Wesley Safadão, Vintage Culture e Marcia Fellipe.
 
Entrevista // Henrique e Juliano


Das cem músicas mais tocadas nas rádios em 2017, 87 foram sertanejas, segundo a Crowley. Há quem aponte “monopólio” do gênero. Concordam?
Henrique: O cenário da música sertaneja mudou bastante nos últimos tempos. A entrada das mulheres, que chegaram com tudo, também somou forças e colaborou para que o sertanejo ocupasse essa posição importante na música popular brasileira.
 
Já pensaram em fazer colaboração com artistas de outro estilo musical?
Juliano: Até hoje nossas parcerias foram com outros sertanejos, mas hoje existe uma tendência em misturar ritmos. Se tiver qualidade, é valido.

Qual foi o momento mais marcante da carreira?
Juliano: São vários os momentos que a gente lembra com muito carinho, mas a nossa primeira turnê internacional em 2016, nos Estados Unidos, foi especial. Poder levar a nossa música para os brasileiros que vivem lá fora foi incrível.

Vocês começaram cedo a carreira. Como foi o início?
Henrique: Nós nascemos em uma cidade com 8 mil habitantes, e vivemos lá até 1998, quando nossa família se mudou para Palmas, em Tocantins. Nosso primeiro contato com a música foi através de uma dupla de amigos de Goiás, que nos ensinou noções básicas da música, viola e violão. De lá até aqui, lutamos muito e tivemos o apoio de muita gente boa. Acredito que o sucesso desse nosso último DVD, O céu explica tudo, seja o reconhecimento dessa caminhada.

Como é a rotina de shows?
Henrique: Bastante corrida, do jeito que a gente gosta (risos). Temos feito cerca de 20 shows por mês.

Escutam artistas de outros estilos musicais?
Juliano: Confesso que o que a gente mais ouve mesmo é sertanejo, dos mais antigos até os mais parceiros de hoje em dia.  

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