Mobilidade PE-15 recebe obras de requalificação e recuperação de pavimento

Publicado em: 27/05/2019 21:26 Atualizado em: 27/05/2019 21:37

Crédito: Peu Ricardo/DP
Crédito: Peu Ricardo/DP

A partir desta segunda-feira (27), duas vias de Pernambuco recebem os serviços de requalificação, envolvendo capinação, desobstrução dos dispositivos de drenagem, recuperação do pavimento e sinalização. Além da BR-232, no trecho entre Recife e Caruaru, que já está em andamento, as intervenções começaram na PE-15 (Olinda/Paulista) e na PE-430 (São José do Belmonte, Sertão).

A iniciativa faz parte do programa Caminhos de Pernambuco e vai investir R$ 505 milhões na recuperação de 5.554,5 quilômetros de rodovias até 2022. A previsão é requalificar, já no primeiro ano de atuação, cerca de 2 mil quilômetros. A ação é coordenada pela Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Diariamente, passam na PE-15 cerca de 40 mil veículos. O trabalho no local tem previsão de ser finalizado em dois meses. Ainda na RMR, a PE-28 será a próxima a passar por intervenções em toda a sua extensão, beneficiando quem precisa trafegar pela rodovia. A via vai do entroncamento com a PE-060, no Cabo de Santo Agostinho, até a praia de Gaibu, no Litoral Sul pernambucano;

A PE-430, em São José do Belmonte, começou a receber intervenções na sexta-feira (24). Também há trabalho em andamento na PE-507, no trecho que vai de Serrita ao distrito de Ipueira.

PLANEJAMENTO - Ao longo de dois meses, cerca de 50 profissionais percorreram todos os 5.554,5 km das estradas pavimentadas do Estado para fazer o diagnóstico com o levantamento das necessidades de cada rodovia. O foco está nos serviços de capinação, desobstrução dos dispositivos de drenagem, requalificação asfáltica, além de sinalização vertical e horizontal.

As intervenções propostas foram resultados de análises técnicas, que indicaram o tipo de material e intervenção necessária para cada situação identificada nas estradas. Para otimizar os serviços, as rotas foram traçadas de acordo com a logística de cada região, levando em conta o escoamento de produção, rota turística e, inclusive, fatores climáticos, para a definição do calendário de execução das obras.



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