Gestão Candidato a reitor da UFPE lança propostas

Por: Diario de Pernambuco

Publicado em: 21/05/2019 07:01 Atualizado em:

Jeronymo Libonati e José Luiz de Lima Filho são recebidos por Maurício Rands.
Foto: Bruna Costa/Esp.DP Foto. (Jeronymo Libonati e José Luiz de Lima Filho são recebidos por Maurício Rands.
Foto: Bruna Costa/Esp.DP Foto.)
Jeronymo Libonati e José Luiz de Lima Filho são recebidos por Maurício Rands. Foto: Bruna Costa/Esp.DP Foto.
Em meio a contingências, cortes de verbas, possibilidades de suspensão de pesquisas e atividades a partir do segundo semestre, a Universidade Federal de Pernambuco terá novo reitor, em breve. No dia 29 de maio serão realizadas as eleições que definirão o novo gestor da instituição. Caso não seja escolhido um vencedor, o pleito segue para o segundo turno, no dia 12 de junho. O novo comandante da UFPE terá as dimensões de um verdadeiro município para administrar: 32 mil alunos nas graduações e 8 mil no strictu sensu (mestrados e doutorados). Além disso, são quase três mil professores e 3,6 mil técnicos administrativos. Um ambiente onde circulam cerca de 50 mil pessoas diariamente e que possui o terceiro maior orçamento público do Estado, atrás apenas do governo e da Prefeitura do Recife: R$ 1,5 bilhões.

Em  visita ao vice-presidente do Diario de Pernambuco, Maurício Rands, os professores Jeronymo Libonati e José Luiz de Lima Filho, candidatos, respectivamente, a reitor e vice-reitor pela chapa UFPE: Gestão Integrada com InovAção, apresentaram um programa centrado em um pilar de gestão firmado em quatro eixos: infraestrutura, integração, internacionalização e pessoas. A dupla afirmou que as propostas são voltadas à construção de uma universidade de excelência, com padrão internacional em ensino, pesquisa e extensão a fim de responder aos desafios locais, regionais e nacionais. 

“Essa nossa visita ao Diario, por exemplo, vai justamente ao encontro da necessidade de a universidade sair um pouco mais do campus, conversar com as pessoas, a sociedade”, afirmou Jeronymo. Justifica, entretanto, que simultaneamente a isto, deva haver uma integração interna. “Acreditamos que as soluções são, cada vez mais, interdisciplinares. É preciso reduzir as assimetrias entre os centros. Que possa acabar esta história de ilhas de excelência. É importante que quem tem projetos e programas consolidados puxem os que não estão tão consolidados”, argumentou.


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