Saúde Policlínica de Olinda é invadida pelo Som do Alívio Pacientes, funcionários e acompanhantes da Policlínica João Barros Barreto, no Carmo, Olinda, foram surpreendidos pelo som do violino na entrada da unidade

Publicado em: 26/04/2019 13:39 Atualizado em: 26/04/2019 17:35

O violonista mineiro Igor Ribeiro se inspirou na frase: "A música está na alma". Crédito: Pedro Morais/Divulgação
O violonista mineiro Igor Ribeiro se inspirou na frase: "A música está na alma". Crédito: Pedro Morais/Divulgação

Inspirado na frase " A música está na alma", o violinista mineiro Igor Ribeiro recepcionou, na manhã desta sexta-feira, com música de qualidade os usuários e profissionais da Policlínica João Barros Barreto, no Carmo, em Olinda. O artista é integrante do projeto Som do Alívio, que tem como proposta realizar apresentações para dissipar as tensões e elevar a autoestima das pessoas que realizam consultas médicas em unidades médicas.

A Secretaria de Saúde da cidade iniciou o projeto de forma experimental, uma iniciativa da TOLife Tecnologia de Saúde. A instituição atua na gestão de fluxo de urgência e emergência com o objetivo de suavizar o ambiente hospitalar.%u201CÉ uma felicidade muito grande realizar essa ação. A TOlife deu a oportunidade de apresentar meu trabalho aqui em Olinda. O meu objetivo é acalentar os corações dos pacientes, acompanhantes e funcionários", pontuou Igor Ribeiro.

O aposentado Gilson Oliveira, morador do Varadouro, expressou o momento. "Eu estou aqui para ser atendido pelo clínico e vejo uma apresentação dessas. Acalma o coração. É muito bom isso, está aprovada", destacou.As aposentadas Tereza de Jesus e Neuma Alves também ficaram radiantes com a recepção do artista. "Ótimo, muito bom receber essa alegria no coração tranquiliza e acalma. Essa experiência deve sempre existir nos ambientes de saúde", reforçaram.

A gerente adjunta da Policlínica João Barros Barreto, Lilian Elizabeth, explicou a intenção da Secretaria de Saúde com a atividade. "A gestão tem o propósito de amenizar o sofrimento dos pacientes que chegam com algum tipo de problema, e serem recepcionados com musicalidade, acreditamos que alivia um pouco esse momento do paciente", argumentou.

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