Funase Músicas, pinturas e vídeo revelam novas perspectivas de vida a adolescentes Projeto leva arte e cultura para adolescentes do Case Abreu e Lima

Publicado em: 26/04/2019 10:51 Atualizado em: 26/04/2019 11:12


Adolescentes foram estimulados a expressar os sentimentos. Credito:Rhaldney Silva/Funase
Adolescentes foram estimulados a expressar os sentimentos. Credito:Rhaldney Silva/Funase

Os adolescentes do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Abreu e Lima participaram,ontem, de uma jornada de ações promovida pelo projeto Coletivo 21 e pela Batalha do Núcleo, movimentos formados por jovens do município. Músicas, pinturas e a exibição de um documentário estiveram entre as atividades ofertadas aos socioeducandos. Além do estímulo à expressão de sentimentos, o projeto buscou levar mensagens de ressocialização e de construção de novas perspectivas de vida para o público da unidade, que é administrada pela Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase).

A partir do conceito “Uma rebelião chamada arte”, os adolescentes usaram lápis de cor e tinta guache para expressar mensagens de carinho e o anseio pela liberdade. Na ocasião, também foi instalada uma fita de slackline, esporte que trabalha com o equilíbrio e a concentração do praticante. Outra atividade realizada foi a batalha de hip hop, que teve o intuito de trabalhar a criatividade e a agilidade dos socioeducandos. As ações foram acompanhadas por representantes do Eixo Profissionalização, Esporte, Cultura e Lazer da Funase e por profissionais técnicos e agentes socioeducativos que atuam no Case Abreu e Lima.
 
Projeto buscou levar mensagens de ressocialização e otimismo para o futuro. Crédito: Rhaldney Silva/Funase
Projeto buscou levar mensagens de ressocialização e otimismo para o futuro. Crédito: Rhaldney Silva/Funase
 
“Foi uma atividade diferente, gostei muito. Se acontecer mais vezes, vai ser algo bem interessante no dia a dia da gente”, disse o socioeducando J.A.S.N, de 18 anos. “A arte é instrumento de mudança de lógica e perspectiva de vida. Fomos muito bem acolhidos pelos meninos”, completou Vinícius Soares, membro do projeto.

Para o coordenador técnico do Case Abreu e Lima, José Wilson Morais, as atividades promovidas na unidade foram importantes para mostrar o lado criativo, artístico e a realidade dos socioeducandos. “Houve uma adesão grande por parte deles. O evento foi uma forma de fazer referência à cultura, de fazer com que eles valorizem esses sentimentos e que possam se reestruturar”, afirmou.



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