Meio Ambiente Tecnologias para revitalização do Rio Capibaribe são apresentadas no Recife

Publicado em: 26/03/2019 16:10 Atualizado em: 26/03/2019 16:22

Foto: Nando Chiappetta/DP.
Foto: Nando Chiappetta/DP.
Um barco solar para travessia do rio Capibaribe; urbanização de dois trechos das margens e um jardim filtrante para tratamento da água poluída na saída de um dos 14 grandes canais que desaguam nas águas do principal rio da capital pernambucana. Essas são algumas das ações do projeto CITinova Planejamento Integrado e Tecnologias para Cidades Sustentáveis, que tem abrangência nacional e desenvolve atividades no Recife e em Brasília.

Nesta quarta-feira (27), o Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD) e a Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aries) irão apresentar os dois trechos do Rio Capibaribe que serão impactados pelas ações do projeto CITinova. A iniciativa é realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Comunicação e Inovação (MCTIC), com financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, da sigla em inglês), e participação de parceiros co-executores.

No Parque do Caiara e no Canal do Cavouco, será realizada a urbanização de acordo com as diretrizes do Projeto Parque Capibaribe. Também será implementado no local um Jardim Filtrante e um dos pontos de embarque do Barco Solar. Na margem oposta do rio, ao final da rua Oliveira Góes, haverá o outro trecho da urbanização e ponto de embarque do barco solar.

Com abrangência nacional e atividades específicas em Recife e Brasília, o projeto CITinova tem como objetivos principais desenvolver e incentivar soluções tecnológicas inovadoras e planejamentos urbanos integrados para apoiar gestores públicos na promoção de cidades mais sustentáveis e redução de emissão de gases de efeito estufa no Brasil.

Com duração de quatro anos, o projeto é dividido em três grandes frentes de ação. Investimentos em infraestruturas urbanas com tecnologias inovadoras para enfrentar desafios históricos da população e da gestão pública nas áreas de água, resíduos, energia, mudanças climáticas e mobilidade, em Recife e Brasília. A segunda frente é o Planejamento Urbano Integrado para gestores públicos com produção de conhecimento e de ferramentas colaborativas para aprimorar a coleta, a organização, o arquivamento e o monitoramento de dados sobre meio ambiente.

A terceira frente, a ser lançada em setembro, será um ambiente web que inclui a Plataforma do Conhecimento Cidades Sustentáveis e o Observatório de Inovação em Cidades, nos quais serão disponibilizadas tecnologias, tipologias e soluções inovadoras em urbanização sustentável para gestores públicos municipais.

A implantação de todas as ações ocorre simultaneamente e envolve, além da Aries/NGPD, os parceiros: ONU Meio Ambiente; Secretaria do Meio Ambiente (SEMA), do Distrito Federal, e Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em Brasília; e Programa Cidades Sustentáveis (PCS), em São Paulo.


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